quinta-feira, 16 de maio de 2013

Quero ELIMINAR as Gordurinhas nas Ancas



Reduzir as gordurinhas a nível das ancas     
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
                               Reduzir o volume das ancas

     Para eliminar as gordurinhas a nível das ancas e do abdómen, deve adoptar uma dieta hipocalórica, reforçar os oblíquos e praticar uma actividade física para queimar calorias.Vamos lá para um pouco de exercício:
       Deitado, dobre as pernas, com os pés afastados, ao nível dos ombros, posicione suas mãos por trás do pescoço, coloque uma almofada sobre os ombros, levante o torax e faça rotação para a esquerda e para a direita, não esqueça a RESPIRAÇÃO,  vá lá, por hoje só faço cinco vezes, não se preocupe, amanhá fará muitos mais e se é minha amiga e ou cliente, já sabe que quem Quer, PODE.

Hábitos! Primeiro os alimentares:

     Adoptar uma dieta hipocalórica permite reduzir o tecido adiposo. O exercício físico não permite perder gordura apenas numa zona do seu corpo. Normalmente, tem um impacto sobre um conjunto de músculos e não apenas sobre um músculo. No que diz respeito à sua alimentação, deve adoptar os comportamentos seguintes:
  • Comer quantidades razoáveis para não ter fome;
  • Aumentar a quantidade de refeições = 3 refeições principais mais um lanche a meio da manhã e outro a meio da tarde.
  • Aumentar a porção de glícidos. 

                    Fazer desporto:

     Fazer desporto permite aumentar a massa muscular. Desenvolver a massa muscular faz acelerar o nosso metabolismo de base, o que, por sua vez, faz queimar mais calorias. Ter uma actividade física regular ajuda a desenvolver a massa muscular e quanto maior esta for melhor porque é uma forma de eliminar as gordurinhas de uma forma totalmente natural e eficaz. Escolher uma actividade fácil de praticar como é o caso da corda para saltar. Se cair ainda mais vontade vai ter de continuar e é mais divertido o exercício. Se não comprou a corda, é tão fácil, salte sobre as pontas dos pés! Mas salte, respire e de cada vez pense nos resultados que vai obter. Poderá parecer ridículo se lhe disser que vai impor se um sorriso de satisfação neste preciso momento!Saltar à corda, ou como quiser, permite afinar a silhueta. Adoptar uma dieta como a referida anteriormente e saltar à corda todos os dias durante aproximadamente 10-15 minutos é maravilhosamente fantástico para queimar calorias. Este exercício é a actividade por excelência para isso.

                    Trabalhar os abdominais:

     Ao fazer abdominais, tenha o cuidado para não fazer abdominais concêntricos. O objectivo não é de facto desenvolver os abdominais em termos de volume, mas sim trabalhá-los de forma a eliminar as gordurinhas armazenadas a esse nível. Por isso Deve  privilegiar os abdominais pliométricos = tipo de exercícios que aliam a força e a velocidade em movimentos curtos e dinâmicos ou isométricos – neste caso, não há movimento, apenas uma contracção dos abdominais em posição fixa por um tempo determinado (1 minuto por exemplo). Este tipo de exercícios é particularmente eficaz para quem pretende não ganhar massa muscular, mas sim eliminar as gordurinhas ali acumuladas.

     O Exercício Isométrico é uma forma de treinamento de resistência, no qual o participante usa os músculos do corpo para exercer uma força contra um objeto imóvel ou também manter o músculo  numa posição fixa por uma duração de tempo determinada. Neste tipo de exercício, o músculo é contraído mas não muda de extensão enquanto a força é exercida. Adicionalmente, a articulação mais próxima associada ao esforço permanece estática ao longo de toda a duração do exercício.
Embora os exercícios isométricos possam resultar em uma grande quantidade de benefícios para o indivíduo, há algumas precauções que devem ser observadas. Especificamente as pessoas com problemas de pressão sanguínea alta não devem exagerar deste tipo de atividade, porque os exercícios isométricos causam uma pequena elevação da pressão sanguínea. A pressão sempre volta ao normal um tanto rapidamente quando o músculo é relaxado, mas a pequena elevação pode ser perigosa para aqueles que já sofrem de pressão sanguínea alta. Se você tem pressão alta mas realmente quer praticar exercícios isométricos, consulte seu médico: 
                         metasaude@hotmail.com ou marcar na pagina do
             facebook João de Almeida para receber mais dicas sobre como reduzir a pressão antes.
      Há outras considerações, quando você executar exercícios isométricos, incluem o tempo de duração em que cada ação é mantida, assim como o ângulo da articulação quando a ação é formada. O tempo de duração para a execução de cada exercício isométrico é comparável ao número de repetições executadas em outros tipos de exercícios de treino e de força, Para treino de força, a duração de 3-5 segundos é ótima. Mas, quando o peso do corpo é usado como resistência, são necessárias durações longas de mais de 10 segundos. Em termos do ângulo da articulação, é importante observar que o músculo só vai ganhar força para o ângulo de articulação em que o exercício é executado. Aqueles que querem adquirir força através da extensão completa do movimento do músculo devem considerar o treinamento em intervalos de 10 a 30 graus. Mas isto pode demorar bem mais tempo
Aplique estes conselhos na sua rotina quotidiana e verá como vai conseguir afinar a silhueta a nível das ancas.
                      Agradeço a sua visita e espero que volte sempre.
                    Se necessitar de apoio imediato pode contatar me neste blog

A CARNE

 Consumo regular de carne implicaria um aumento de peso



                                                     
             Trata-se da conclusão uma equipa de investigadores europeus. O consumo regular de carne implicaria a longo prazo uma maior facilidade para engordar. Isto põe em causa várias dietas (não pretendo criar controvérsias)  que defendem um consumoexagerado ou frequente de alimentos ricos em proteínas, entre os quais a tão famigerada carne, como forma de perder peso.
             Com base na observação e na análise dos dados de 400 000 europeus de 10 países  e durante cinco anos que os investigadores do projecto EPIC-PANACEA, um projecto europeu de saúde pública.     
              Participaram neste estudo 103455 homens e 270 348 mulheres com idades compreendidas entre os 25 e os 70 anos.
             O peso dos participantes foi controlado no início e no fim do estudo, sendo que também tiveram que responder a questionários sobre os seus hábitos alimentares.
              A análise destes dados todos permitiu concluir que, se considerarmos dois indivíduos com características parecidas ou identicas, ver a idade, sexo, dieta, peso inicial e final, actividade física, por exemplo, verifica-se que o indivíduo que consome mais carne engorda mais do que aquele que come menos carne. A noção de carne neste caso engloba as carnes vermelhas, brancas e os produtos de charcutaria (enchidos). O consumo de 250 g contínuo subentende um aumento de peso de 2,5 kg em 5 anos.
              O que concluo deste estudo?
Que devemos ter um regime alimentar equilibrado e tentar variar ao máximo os ingredientes que compõem cada uma das nossas refeições e como se não bastasse, o Amigo Almeida vem alertar uma vez mais

      Consumo demasiado grande de carne vermelha implicaria:
          Maior risco de sofrer de diabetes de tipo 2?


Um consumo demasiado grande da carne vermelha pode ser um perigo para a nossa saúde.

Um estudo levado a cabo nos Estados Unidos da América junto de 200 000 indivíduos demonstrou que o consumo diário demasiado grande de carne vermelha aumenta o risco de sofrer de diabetes de tipo 2. Este estudo durou décadas.
Os cientistas consideram que isto se deve à influência negativa do sangue na carne vermelha sobre os tecidos do pâncreas, orgão essencial para a produção de insulina e assim da taxa de açúcar no sangue.
Não se esqueça, prezado leitor,  por isso mesmo, de ter uma alimentação variada e equilibrada e que inclua todo o tipo de alimentos: fruta, legumes, carne branca, peixe

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012


                            Recuerdo de estudiante: Aula pratica de Shiatsu Barcelona. 1998

domingo, 11 de novembro de 2012

A hipnose na terapia sexual: como facilitador no resgate do prazer

Nem futurologos, nem videntes! Nem pêndulo, nem magia! ... É ciência pura transformando vidas e resgatando o prazer. Eis aqui um valioso recurso que a hipnose moderna nos faz presente. Alicerçada já na Argentina, alguns países europeus associaram esta pratica, relato também que  O Conselho Federal de Psicologia  Brasileiro aprovou e regulamentou o uso da hipnose como recurso auxiliar de trabalho do psicólogo, passaram se 12 anos desde aí,  reconhecendo a mesma como recurso técnico capaz de contribuir nas resoluções de problemas físicos e psicólogicos. E ainda considerou o avanço da hipnose, a exemplo da Escola Ericksoniana no campo psicológico, de aplicação prática e de valor científico. Assim como o de Psicologia, os Conselhos de Medicina e de Odontologia reconheceram essa valiosa ferramenta terapêutica.

Devo aqui render a minha homenagem ao Dr. Milron H. Erickson, psiquiatra norte-americano, que é considerado o Pai da Hipnose Moderna dada à importância e originalidade de seu trabalho,  é reconhecido como a maior autoridade em psicoterapia.

Tanto para problemas psicológicos como fisiológicos, a Hipnose Ericksoniana tem resultados bastante eficientes, para além de encurtar o tempo do tratamento, apraz me confirmar nos meus resultados essa afirmação. Essa abordagem fenomenológica acredita que as pessoas têm dentro de si ou de seus sistemas sociais os recursos para produzir as mudanças necessárias a sua harmonia, saúde e bem estar. O trabalho do terapeuta é o de conseguir acesso a esses recursos e auxiliar o paciente a colocá-los em prática nas diversas áreas da vida, inclusive na sexual. Podemos dizer que isso é um grande ganho para a sexologia.


Desde os primórdios da humanidade, as disfunções sexuais existem, e a busca para solucionar as mesmas também. Nas décadas de 50 e 60, houve um grande avanço no que diz respeito ao conhecimento da sexualidade humana. Em 1966, Master e Johnson publicaram o livro "Resposta sexual humana", que representa um marco nas concepções médicas e psicológicas sobre o tema. A partir dessa verdadeira revolução conceptual, os problemas sexuais deixaram de ser vistos como que "fenômenos intratáveis". Abriu-se assim espaço para a sexologia moderna, que trouxe consigo o objetivo principal de aliviar o sintoma sexual, tendo a psicologia comportamental ocupado um importante papel a partir da década de 50.



                                                     
Na década de 80, em vários países surge a especialidade Terapia Sexual. Na Inglaterra, França e paises como o Brasil, a referida especialidade expandiu-se a partir de 1990. Desde então, muito se evoluiu. Muitas novas "ferramentas" vêm sido incorporandas e aprimoram a terapia sexual como, por exemplo, o uso de técnicas de abordagem corporal, de terapia conjugal e de relaxamento.
Agora chegou a vez da Hipnoterapia Ericksoniana! Podemos dizer que as técnicas utilizadas na mesma enriquecem a estratégia do "modus de atuação terapêutico"  na Terapia Sexual, favorecendo, assim, excelentes resultados tanto no trabalho das disfunções sexuais masculinas como femininas. Além do mais, observamos na prática que é possível proporcionar não só a resolução da dificuldade sexual específica como também promover uma reeducação sexual, favorecendo a saúde, o prazer, a harmonia, o equilíbrio e o bem estar do ser humano como um todo.
Só por marcação. Deixe seu contato ou email.
Obrigado pela visita.



quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Especialistas usam hipnose para amenizar o sofrimento durante o luto


 (Reportagem – O Dia Online) - Por David Bitterman.



Cresce a procura pela hipnose clínica nas vésperas de datas marcantes como o Natal e nesta quinta-feira, Dia de Finados. A técnica vem sendo usada como ferramenta de auxílio para quem sofre com a perda de pessoas queridas. Segundo psicólogos, o tratamento é recomendado para quem, passados seis meses da morte, ainda não aceitou a perda de parentes ou amigos.


“O importante é a aceitação. Não devemos esquecer quem já se foi, mas devemos, sim, ser capazes de lembrar dos bons momentos”, disse a psicóloga Miriam Farias. Segundo ela, a hipnose atua na intensidade da emoção da perda. A técnica, baseada no relaxamento, permite que o paciente aceite melhor a nova realidade. “No momento do transe, o cérebro produz substâncias que geram mais prazer e que apagam lembranças mais negativas”, ensina a especialista.

Para a esteticista "Tânia D..., 47, o tratamento foi fundamental para superar a perda do padrasto: “Fiquei muito mal. Ele era como um pai para mim. Quase entrei em um quadro depressivo”.




                                   a Consulta de Avaliação prévia é Gratuita e só por marcação:
                            Deixe seu contacto nesta página ou:  João de Almeida em Facebook



terça-feira, 30 de outubro de 2012

Estudos comprovam a eficiência da Hipnoterapia

Publicado  este artigo em 29/08/2012 - Por David Bitterman.
Um dos poucos estudos realizados, comprovam os resultados que tenho obtido em meus tratamentos

A pesquisa aponta que a HIPNOSE tem sido considerada por muitas instituições sérias e profissionais respeitados, como uma das melhores alternativas para problemas emocionais.

Foi publicada uma análise realizada pelo psicólogo Alfred A. Barros, Ph.D., que revelou as seguintes porcentagens:

1) Psicanálise: 38% de recuperação após 600 (seicentas) sessões. Cerca de 11 anos e meio;

2) Terapia Cognitiva Comportamental: 72% de recuperação após 22 (vinte e duas) sessões. Cerca de 6 meses;

3) Hipnoterapia: 93% de recuperação após 6 (seis) sessões. Cerca de 1 mes e meio;

Fonte: A. Barros. American PhD. Psychotherapy, V7n1 e Theory, Research, and Practice.

http://www.stresscards.com/esspsychotherapy.php

Se
Precisa de ajuda?

Aguardo seu contato! na minha pagina Facebook: Joao De Almeida ou marque neste Blog

Bem haja.Abraço



quinta-feira, 25 de outubro de 2012

O SEU FILHO RECLAMA DE DORES NAS PERNAS NO FINAL DO DIA.?


 PODE SER DOR DO CRESCIMENTO?


A “dor do crescimento” trata-se de uma disfunção que acomete crianças e adolescentes entre três e 15 anos e varia de intensidade e frequência dependendo de cada caso. Essas dores estão presentes nos membros inferiores (pés e pernas) e podem estar associadas a uma jornada de grande atividade física, o que explica a incidência no final do dia.

Aproximadamente 25% das crianças que procuram o reumatologista ou o ortopedista pediátrico têm dores nas pernas, quando essas dores não estão relacionadas a trauma, em uma criança absolutamente normal, saudável e ativa, com episódios repetitivos elas muitas vezes podem ser as chamadas “dores do crescimento”.

Essas crises características em crianças de 3 a 6 anos de idade podem ser diárias ou esporádicas, podendo estar presentes por longos períodos antes de desaparecerem.

Em geral, a dor é bilateral, descrita pela criança como profunda, intensa e principalmente no final do dia ou à noite. Uma história típica é a da criança que vai dormir bem e acorda chorando com dor, solicitando a presença da mãe, que com massagens locais aliviam a dor. A criança volta a dormir e acorda bem no dia seguinte, reassumindo suas atividades normais.

Um sinal importante para afastarmos outras patologias é que não ocorre sinais de "inflamação" articular: junta inchada, vermelha e quente. Costuma acometer meninos e meninas em proporções parecidas.

Causas
Essa entidade não tem ainda causa conhecida. Na verdade não existe consenso entre os pesquisadores nem sobre o termo "Dores do crescimento". Na verdade, não se verificou qualquer relação desse quadro com o ganho de estatura, que ocorre de maneira muito lenta para provocar dor.

Existem muitas tentativas de explicar a causa. Uma das teorias é quanto ao desequilíbrio de crescimento de ossos, tendões e músculos, fadiga muscular ou mesmo atividades de impacto provocando dores próximas às áreas de crescimento.

É muito comum encontrarmos distúrbios emocionais ou simplesmente uma situação de crise própria da idade (nascimento de um irmão, ingresso na escola, divòrcio,  mãe que começa a não prestar o tempo necessário).

Também se viu que essas crianças são, em geral, filhas de pais que também tiveram quadros semelhantes durante a infância e nas próprias crianças são encontradas outras situações de dor crônica como dor de cabeça ou dor abdominal, ou seja, parece haver uma combinação de fatores emocionais associados a uma " tendência" a dor crônica.

Tratamento

A primeira coisa a ser feita é a exclusão de outras possibilidades diagnósticas, principalmente doenças reumatológicas, hematológicas e endocrinológicas, o que é feito durante a consulta e através da avaliação laboratorial.

Depois de confirmado o diagnóstico, é fundamental que se tranqüilize a família, já que se trata de uma patologia benigna e auto limitada, que não trará seqüelas e limitações e que não terá impacto no crescimento da criança.

Durante as crises, mantém-se a conduta de usar analgésicos,  frazer massagens e calor.

Não há indicação para limitar a criança em qualquer aspecto: alimentação e atividades físicas estão liberadas e devem, inclusive, ser estimuladas. Devemos retirar o rótulo de "criança doente" e que a família passe a administrar as crises dentro de uma atmosfera de tranqüilidade para a criança.

Concluindo podemos dizer que as dores do crescimento são um diagnóstico de exclusão e que a criança com esta suspeita deve ser adequadamente avaliada pelo ortopedista pediátrico e reumatologista infantil e eventualmente um Osteopata devidamente credenciado.

Fraqueza muscular progressiva: Neuropatia sensorial síndrome de Charcot tipo 4 G



Esta doença provoca fraqueza muscular progressiva com perda da capacidade de locomoção por polineuropatia sensitivo-motora.

A fraqueza muscular está associada a uma variação da síndrome denominada Síndrome de Charcot Marie Tooth tipo 4 G.

fraqueza nas pernas e fraqueza muscular

fraqueza nas pernas e fraqueza muscular

Trata-se de uma polineuropatia sensitivo-motora desmielinizante CMT periférica, identificada poucas vezes na literatura com poucos casos registrados.

Esta doença também é creditada com o nome de neuropatia sensorial de Russe (HMSNR).

O início dos sintomas de fraqueza muscular ocorre entre 8 e 16 anos de idade com fraqueza distal do membro inferior, seguido pelo envolvimento distal do membro superior, com idade de início mais variável entre 10 e 43 anos.

A perda sensorial também é uma característica proeminente na progressão desta doença.

As velocidades de condução nervosa motora são moderadamente reduzida e o limiar de estimulação elétrica do nervo é aumentado.

Percebe-se na biópsia de nervo revelar uma perda de grandes fibras mielinizadas, redução da espessura da bainha de mielina e profusa atividade regenerativa.

Esta doença de fraqueza muscular é transmitida de forma autossômica recessiva. O gene que causam doenças ainda não foi identificado, mas a análise de ligação e mapeamento de recombinação levaram à identificação de um pequeno intervalo em 10q23.2.



sábado, 6 de outubro de 2012

Melatonina: grande aliada do sono e da manutenção do peso





Dizem alguns que dormir mal faz ganhar peso? Sim! Noites maldormidas desregulam a produção de melatonina, um hormônio que nos ajuda a adormecer e que está diretamente relacionado à qualidade do sono. A falta dela no organismo faz diminuir a liberação de serotonina, um neurotransmissor (seguidamente falarei sobre eles) ligado ao bom humor e ao prazer. Ao sentir falta dela, nosso cérebro pede alimentos  açúcarados para repor as energias e compensar a nossa necessidade de prazer. Você já sabe qual é a consequência disso, não?: engordar!
E esta situação pode piorar mais ainda se, além de não dormir como deve ser, você estiver stressada! Aí entra em cena outro hormônio: o cortisol. “O seu excesso está relacionado à compulsão alimentar e o acumulo de gordura na região abdominal”, explicam os nutricionistas.

Bom, assim já deu para perceber como a melatonina é muito importante para regular o sono e nos ajudar a manter o peso. Ela pode ser encontrada em pequenas quantidades em alguns alimentos como cereja, banana, milho, aveia e em plantas como a hortelã e o tomilho.
Alguns nutrientes também aumentam a produção de melatonina, como o ácido fólico (encontrado em vegetais folhosos verde-escuros e gema de ovo) e a vitamina B6 ( esta encontra -se em cereais integrais, oleaginosas e aveia). Os Carboidratos integrais também estimulam a produção do hormônio.
Está pronta para dormir? Então aproveite o final de semana para pôr o sono em dia.
Existem já certos Hipnologos que lhe poderão fazer indução para que a sua noite seja tranquila recorrendo à WebCam ou Video chamada. Pela sugestão Pós hipnótica,  depois de voçê despertar da hipnose, em vez de continuar a refugiar-se num comportamento negativo habitual, que a impede de dormir, espontaneamente, surgirá um impulso profundo que lhe dará prazer, e que só com isso lhe dará vontade de dormir
Para isso escolha um profissional devidamente credenciado.
Estou ao seu dispor. Não hesite em contactar-me. Pode faze-lo no meu blog ou telefone: 966583121
email: metanatura@gmail.com


domingo, 30 de setembro de 2012

Chuva de Controvérsias e Dúvidas: o Cancro e o Cão


Cães farejadores ao serviço da medicina

No Estudo realizado por pesquisadores do Hospital Schillerhoehe, na Alemanha, cães farejadores foram capazes de detetar corretamente os tumores de pulmão em 71% dos pacientes. Os resultados sugerem que uma técnica semelhante no futuro possa ser utilizada para detecção com precisão de casos de cranco de pulmão por simples amostras de hálito.
A respiração de pacientes com cancro de pulmão exala substâncias químicas diferentes das amostras de uma respiração normal. O olfato apurado dos cães pode detectar essa diferença em um estágio inicial da doença, afirmou Thorsten Walles,que liderou o estudo publicado na revista European Respiratory Journal, na quinta-feira 18 de agosto deste ano.
A grande maioria dos casos de cancro de pulmão está ligada ao tabagismo, e é o segundo mais comum em homens e mulheres na Europa, provocando mais de 340 mil mortes por ano. Também é a causa mais comum de morte por câncer em todo o mundo.
A doença é de difícil diagnostico no estágio inicial e os cientistas começaram a estudar testes de hálito para possíveis programas de detecção no futuro. A técnica se baseia na identificação de compostos chamados de orgânicos voláteis, ligados à presença do câncer.
Os pesquisadores trabalharam com cães especialmente treinados e com 220 voluntários, incluindo pacientes com cancro de pulmão, doentes com DPOC (doença pulmonar obstrutiva crônica) e pessoas sem problemas pulmonares.
Os resultados mostram que os animais identificaram com sucesso 71 amostras com câncer de pulmão de um total de 100, além de 372 que não tinham a doença de um total de 400.

Os cães também foram capazes de detectar o cancro de pulmão, independente de DPOC e fumo.
O Dr. Walles disse que os resultados confirmam que há um marcador confiável e estável de cancro de pulmão na respiração, mas ainda há muito trabalho para descobrir o que é, pois ainda é preciso identificar com precisão os compostos observados no ar exalado pelos pacientes.

Os  farejadores ao serviço da medicina 
 

Continuação da segunda Parte
Pesquisadores da Universidade Kyushu, no Japão publicaram.estudo, na conceituada revista especializada Gut, mostrando que um cão labrador conseguiu detectar um cancro de intestino pelo cheiro do hálito e de amostras de fezes de um paciente sendo que o animal foi capaz de identificar a doença em sua fase inicial.

Outras pesquisas já haviam sugerido que os cães são capazes de farejar o cancro da pele, bexiga, pulmão, ovários e de mama. Acredita-se que a biologia do tumor inclui um cheiro distinto, e vários estudos já usaram cachorros para tentar detectá-los.

No estudo em questão, o labrador Marine, de oito anos, foi apresentado a cinco amostras, uma das quais era de um paciente com câncer e quatro de pessoas saudáveis. Nos testes de hálito o animal detectou a amostra com cancro em 33 de 36 vezes, e com as amostras de fezes, o cachorro acertou 37 das 38 vezes.

Até mesmo o cancro de intestino em estágio inicial foi detectado, sendo que os testes habituais como a colonoscopia e outros mais comuns, tentam identificar pequenas quantidades de sangue nas fezes, diagnosticam apenas um em cada dez casos em estágio inicial.

O coordenador do estudo, Dr. Hideto Sonoda, do Departamento de Cirurgia e Ciências da Escola de Medicina da Kyushu University, diz que é difícil custoso e o tempo necessário para o treinamento do cão pode ser muito longo, para habilitar cachorros em testes de rotina para detectar camcro, mas o estudo poderá levar ao desenvolvimento de sensores eletrônicos no futuro.

O cheiro específico do cancro existe, mas os componentes químicos (que provocam o odor característico) não estão bem definidos. Somente o cão conhece a resposta, segundo o Dr. Sonoda. Portanto é necessário identificar os compostos orgânicos voláteis específicos detectados pelos cães para desenvolver um sensor precoce de cancro, que entretanto ainda vai exigir tempo e novas pesquisas.

 Quem é amigo? heh! 

Entretanto e em fio de navalha, e porque hoje é Domingo, aqui deixo a sugestão:
DEIXEM DE FUMAR  e adoptem um Labrador

Pode recorrer quando desejar e se decidir a fazer  CESSAÇÃO TABÁGICA  com a ajuda
da PNL  da EMDR ou da HIPNOSE CLÍNICA ou HIPNOTERAPIA
contato neste email ou metasaudeblogspot. com
indeferencialmente visite a minha página no Facebook: João De Almeida 

A VERDADE

Pensamento de um domingo
Toda a Verdade passa por três fases:
É ridicularizada

É violentamente atacada.
É aceite como evidente
( Schopenhauer)

domingo, 15 de julho de 2012


Ansiedade, ataques de pânico e fobias

Ao conduzir, talvez já tenha experimentado a seguinte situação difícil de esquecer: Numa fila de trânsito, sente uma descarga repentina sobre todo o corpo e o coração a palpitar, após uma distracção momentânea, que o levou a uma travagem brusca para evitar a colisão com o veículo da frente, quase colado ao seu

Trata-se de um bom exemplo de um estado de ansiedade normal, visto como uma emoção humana habitual, adequada à sobrevivência, que surge quando estamos perante situações potencialmente ameaçadoras ou difíceis. Permite colocar-nos de sobreaviso perante perigos e torna-nos mais aptos e rápidos a dar resposta e resolver essas situações.

O estado de ansiedade pode também resultar de um problema que se prolonga no tempo, como dificuldades financeiras, a que se dá o nome de “preocupação”. Com frequência, antecipa uma vivência cujo desfecho se gostaria de conhecer, por exemplo, o resultado de um exame.

No entanto, a ansiedade pode ainda surgir como uma emoção pouco diferenciada ou difusa, relacionada com um medo não identificado e, neste caso, é entendida como patológica, particularmente quando demasiado intensa ou frequente, impedindo-nos de levar a cabo as tarefas normais do dia a dia.

Pode também ser despoletada pelo consumo de certas drogas, tais como LSD, anfetaminas, ecstasy, etc… ou até mesmo a cafeína.

Alguns sintomas da ansiedade são as palpitações cardíacas, tremuras, suores ou tonturas, enquanto a angústia, grau mais acentuado da ansiedade, ligada muitas vezes a uma perda real ou antecipada, pode gerar sintomas gástricos ou intestinais, tais como náuseas, vertigens, nó no estômago, diarreia, etc…


Estes sintomas, que provocam uma certa agitação motora, aliados às consequências psicológicas da ansiedade, tais como, tensão emocional, inquietação, apreensão, podem afectar as capacidades individuais para a condução, pois a ocupação mental com as preocupações do indivíduo contribuem para desconcentrá-lo e distraí-lo da tarefa, elevando a probabilidade de acidentes.
Como uma “bola de neve”, o próprio acto de conduzir pode agravar o estado de ansiedade do indivíduo, o que pode traduzir-se em hipervigilância em relação ao meio e a uma condução excessivamente defensiva que, em aglomerados urbanos, é por vezes causa de acidentes.

Quando a ansiedade é muito forte e sem causa aparente, os sentimentos de medo e fortes sintomas físicos no indivíduo, podem fazer surgir, com uma certa autonomia e frequência, os chamados ataques de pânico, ou seja, crises repentinas de ansiedade, em que diversos medos se sobrepõem e auto-agravam, levando ao descontrolo do indivíduo.

Os ataques de pânico sucedem num curto espaço de tempo, normalmente alguns minutos, embora ao próprio pareça interminável, pois é-lhe impossível controlar a ansiedade, deixando-o fraco e exausto.

Os sintomas são os da ansiedade mas muito intensos, salientando-se a taquicardia, sudorese, tremores, dispneia (falta de ar), náuseas, ondas de calor ou frio, parestesias (formigueiros), etc…, nos casos mais graves, despersonalização (perturbação da identidade), sensação de perda de controlo ou morte. Normalmente, após um pico de ansiedade assustador, os sintomas desaparecem por si mesmos e não causam quaisquer danos físicos.

A ocorrência de ataques de pânico pode gerar um ciclo vicioso causado pelo medo de ter medo que provoque mais ataques, tornando-se desorganizadores do comportamento.

A ansiedade e o pânico podem ainda ser acompanhados de sentimentos de depressão, falta de apetite e ausência de perspectivas de futuro.
As fobias, que também podem gerar o pânico, consistem em emoções de medo irracional específico em relação a certas situações, pessoas ou objectos que, para a maioria, não são considerados perigosos. Normalmente, a pessoa com fobia tem consciência que o seu medo é irracional mas não consegue evitá-lo.
Todos passámos por situações em que sentimos medo, por exemplo, de alturas, de aranhas, de cães, etc... No entanto, normalmente, esses medos não interferem em demasia com as nossas vidas. Só quando existe um medo que se manifesta excessivamente e altera significativamente o nosso dia a dia é que podemos considerar tratar-se de uma verdadeira fobia.

O medo resulta de uma resposta súbita a uma ameaça. Sente-se a nível céfalo-cervical, causando olhos arregalados, palidez, falta de ar, etc…

Ligado à ansiedade, o medo também pode ser útil, uma vez que contribui para nos proteger de situações potencialmente perigosas, avisando e capacitando-nos para resolver rapidamente o problema.

Existem variadíssimos objectos aos quais o indivíduo pode responder com fobias, pelo que também estão classificadas imensas fobias. O indivíduo com fobia tende a evitar o confronto com a situação fóbica para não potenciar a ocorrência de emoções que lhe gerem mau-estar. No entanto, são os próprios actos de fuga que mantêm os medos irracionais. Por exemplo, foge-se de estar perante outras pessoas (fobia social), de espaços abertos (agorafobia), de espaços fechados (claustrofobia), de animais (zoofobia), do mar (talassofobia), etc…

Em geral, as fobias provocam arritmias cardíacas, sudação, tensão ou dores musculares, respiração ofegante, tonturas, sensação de desmaio, indigestão, diarreia, etc… Psicologicamente, provocam sintomas de ansiedade, tais como, preocupação constante, cansaço, incapacidade de concentração, irritação, nervosismo, dificuldades do sono, etc…

Estes sintomas apenas surgem perante as situações particulares que causam fobia no indivíduo e não noutras. Por exemplo, se uma pessoa tiver fobia de gatos, sentir-se-á bem desde que não existam gatos por perto, se a fobia se relacionar com o medo de andar de avião, se viajar de outro modo, não sentirá angústia, se a fobia for social, só se sentirá segura quando não estiver perante muita gente.
Dependendo da predisposição dos indivíduos, as fobias podem desencadear sentimentos depressivos, já que a fuga persistente de situações fóbicas poderá determinar um maior isolamento do indivíduo. Podem ainda causar a dependência de substâncias como o álcool, drogas ou tranquilizantes, que constituem formas que o indivíduo encontra de lidar melhor com as fobias.

Uma fobia muito particular
A amaxofobia caracteriza-se pelo medo de se encontrar ou viajar dentro de qualquer veículo de transporte, o que implica o movimento. Afecta diferentes modos de viajar e inclui o medo de conduzir.

É evidente que a condução automóvel requer muita prudência por parte do condutor, mas quando o receio toma proporções exageradas, pode desencadear emoções negativas que levam a um tal estado de tensão que prejudica a condução, falando-se, nesse caso, deste tipo de fobia, a qual pode limitar consideravelmente o dia-a-dia do indivíduo.
A amaxofobia pode estar relacionada com a agorafobia, que surge quando a pessoa se encontra em locais ou situações difíceis de escapar ou recorrer a auxílio, o que pode incluir viajar de automóvel.

Em princípio, a amaxofobia afecta mais mulheres do que homens para o que também pode contribuir uma maior facilidade das mulheres admitirem o problema e procurarem ajuda.
Há pessoas que sofrem desta fobia ainda antes de se habilitarem à carta de condução e poderão passar por processos de formação demasiado morosos, com muitas reprovações, em especial, na parte prática.

Há diferentes graus da fobia mais ou menos graves, desde a que não impede o indivíduo de conduzir mas causa limitações consideráveis ou falta de capacidades para a condução, até pessoas que não são sequer capazes de se imaginar ao volante. Na sua forma mais grave, o medo pode ser paralisante e provocar angústia.
No caso de amaxofobia que não impede de conduzir, os condutores podem sentir medo apenas em algumas circunstâncias específicas da condução ou do ambiente rodoviário, tais como, condições climatéricas (condução com chuva ou de noite), tipo de via (condução em vias desconhecidas, em auto-estradas ou na cidade), contingências da via (pontes ou túneis), fluidez do trânsito (demasiado intenso), etc…
As sensações que provoca passam por stress, ansiedade, incluindo angústia, antes e durante a condução, dificuldades de dormir, suor das mãos, tremores, dores de estômago, taquicardia, ideias negativas, irracionais, visualização de acidentes, etc..., o que leva a um acumular de sensações negativas, que fazem com que a pessoa conduza sob tensão e medo.

As causas da amaxofobia são variadas, mas podem destacar-se os acidentes rodoviários, vividos pelo próprio ou presenciados que, mesmo não tendo causado danos físicos ao indivíduo, podem desencadeaum trauma susceptível de o limitar na tarefa da condução.

A descoberta das limitações humanas, da responsabilidade mas, ao mesmo tempo, da impossibilidade de controlo de certas situações ao volante, estão na base de sentimentos de insegurança e vulnerabilidade gerados por acidentes.
Também a forma de conduzir dos restantes condutores, ou seja, a inserção no ambiente rodoviário, muitas vezes relacionada com sensação de insegurança, pode provocar tensão que leva a este tipo de fobia.

Podem salientar-se outras causas, tais como:

• Ingestão de álcool em simultâneo com a condução;

• Sensação de falta de aptidão ou capacidades ao volante;

• Sensação de vulnerabilidade física, emocional ou psicológica para levar a cargo a tarefa;

• Baixa auto-estima, por vezes, sob a influência de um familiar dominante que causou ansiedade quanto à tarefa da condução;

• Pouca experiência de condução;

• Peso da responsabilidade de transportar passageiros, particularmente os vulneráveis, tais como crianças, etc...

Tal como na generalidade das fobias, as soluções adoptadas pelos condutores que sofrem de amaxofobia, passam por esquivar-se às circunstâncias que originam os seus medos ou controlar variáveis possíveis de controlo, por exemplo, conduzir apenas de dia ou aos fins-de-semana ou apenas com boas condições atmosféricas, utilizar transportes públicos ou boleias, evitar filas ou trânsito congestionado, conduzir apenas em determinados tipos de vias, etc...

Outras fobias capazes de limitar a condução
Relacionadas ou não com a amaxofobia, podem salientar-se algumas fobias que resultam em medos que podem ter implicações para a condução:

Relacionadas com condições atmosféricas adversas ou do ritmo diurno:
•Nictofobia - medo da escuridão ou da noite;

•Selenofobia - medo da lua;

•Siderofobia - medo de estrelas;

•Aerofobia - medo de ventos, engolir ar ou aspirar substâncias tóxicas;

•Ancraofobia - medo de correntes de ar ;

•Lilapsofobia - medo de furacões;

•Astrofobia - medo de trovões e relâmpagos;

•Criofobia - medo de frio intenso, gelo ou congelamento;

•Hadefobia - medo do Inverno;

•Nebulafobia - medo de neblina;

•Nefofobia - medo de nevoeiros;

•Ombrofobia - medo de chuva;

•Antlofobia - medo exagerado de enchentes ou inundações;

•Quionofobia - medo de neve;

•Fengofobia - medo da luz do dia ou nascer do sol;

•Fotofobia - medo de luz;

•Heliofobia - medo do sol;

•Uranofobia - medo do céu.

Relacionados com capacidades do indivíduo para a condução:
•Acrofobia - medo de lugares altos;

•Agorafobia - medo de lugares abertos, de estar na multidão, em lugares públicos ou de deixar lugares seguros;

•Claustrofobia - medo de espaços confinados ou lugares fechados;

•Cleitrofobia - medo de ficar trancado em lugares fechados;

•Agirofobia - medo de ruas ou cruzamento de ruas;

•Hodofobia - medo de atravessar estradas;

•Estenofobia - medo de lugares ou coisas estreitas;

•Gefirofobia - medo de cruzar pontes;

•Cromatofobia - medo de cores;

•Eritrofobia - medo de luz vermelha ou do vermelho;

•xantofobia – medo da cor amarela ou de objectos de cor amarela;

•Fotoaugliafobia - medo de luzes muito brilhantes;

•Dendrofobia - medo de árvores;

•Escopofobia - medo de estar a ser olhado.

Relacionados com capacidades do indivíduo para a condução: •Amnesifobia - medo de perder a memória;

•Astenofobia - medo de desmaiar ou ter fraqueza;

•Copofobia - medo da fadiga;

•Diplofobia - medo de visão dupla;

•Escotomafobia - medo de cegueira.

Outras relacionadas directamente com a condução:

•Cinesofobia - medo de movimento;

•Tacofobia - medo de velocidade;

•Quifofobia - medo de parar;

•Cronofobia - medo do tempo;

•Distiquifobia - medo de acidentes;

•Ligirofobia - medo de barulhos;

•Motorfobia - medo de automóveis;

•Ocofobia - medo de veículos;

•Simbolofobia - medo de símbolos.
Tratamento da amaxofobia e de outras fobias em geralUm certo nível de amaxofobia existe de forma controlada e consciente em cada um de nós e é até saudável, pois temos de admitir que a condução é uma actividade perigosa. No entanto, se a nossa mente estiver bem organizada e treinada em relação à ansiedade ou à angústia, o medo acaba por ser dominado frente à necessidade ou vontade de conduzirmos.

Quando, pelo contrário, não é possível ao indivíduo, por si só, dominar o medo, limitando a condução, deve recorrer a uma consulta psicológica da especialidade, já que habitualmente a fobia tem cura.
As pessoas que sofrem de amaxofobia, bem como de outras fobias em geral, são muitas vezes incompreendidas e têm bastante dificuldade em explicar os motivos do que sentem. Também costumam ter relutância em procurar ajuda, pois, por vezes, pensam que mais ninguém tem esse medo ou que o seu problema não tem solução.

A fobia em si não constitui uma perturbação psíquica grave, o problema é que, muitas vezes, surge como um sintoma ou manifestação de uma doença e aí os casos clínicos poderão ser mais complicados e exigir o tratamento da doença em vez dos sintomas.
No caso da amaxofobia resultar de agorafobia (fobia de espaços abertos) há que investigar e tratar as possíveis causas desta última fobia.

Se existir um episódio na vida da pessoa que desencadeou a fobia, tal como um acidente de viação, o que é frequente, o tratamento poderá ter efeito rapidamente, pois é conhecida a causa, a qual pode ser trabalhada na mente do sujeito.

A Hipnose Clínica e a psicoterapia (comportamental) passa por ajudar o paciente a conhecer, verbalizar e reconhecer o absurdo do medo, controlando-o, sem entrar em pânico.


A técnica básica da psicoterapia das fobias em geral consiste em expor gradualmente o paciente à situação que lhe causa medo, de modo a enfraquecê-lo e superá-lo.

No caso da amaxofobia, pode iniciar-se o tratamento com sessões nas quais o paciente apenas inicia a marcha do veículo. No passo seguinte, estimula-se a pessoa a conduzir perto da sua casa. As distâncias dos passeios vão sendo progressivamente aumentadas, até que se sinta segura para conduzir normalmente.

Se a fobia desencadeou uma depressão, dependência de substâncias ou de medicamentos, há que recorrer a tratamentos especializados, para além dos relativos à fobia.

O que fazer perante um ataque de pânico na condução?
Como vimos, os ataques de pânico geram-se a partir de uma ansiedade intensa ou mesmo patológica, muitas vezes, em resultado de fobias.
Existem alguns meios de evitar a ocorrência de ataques de pânico, já que no meio de um é mais difícil controlá-lo, tais como:

• Aprender uma técnica de descontracção corporal e mental;

• Estar consciente que, mesmo perante crises de ansiedade ou pânicos, nada de mal acontece ou se modifica;

• Aprender a distrair-se perante pensamentos causadores de ansiedade, deslocando-os para diferentes ideias, tais como, concentrarmo-nos nos pormenores que nos rodeiam, no caso de ocorrer durante a condução, por exemplo, contar os automóveis de determinada cor ou marca que circulem em sentido contrário;

• Se for possível, parar o veículo para organizar as ideias.
Se não conseguirmos evitar o aparecimento de um ataque de pânico, o próprio fenómeno leva habitualmente a que a pessoa tenha que sair imediatamente da situação e contexto em que se encontra, no entanto, deve tentar enfrentar a crise e resistir à fuga e ainda:

• Aprender a esperar, já que um ataque de pânico passa muito rapidamente, dissipando-se o medo que ele provoca;

• Concentrar-se na respiração, inspirando e expirando devagar e profundamente, o que contribui para melhorar os sentimentos de ansiedade;

• Terminada a crise, continuar a actividade que se estava a realizar, inclusive a condução.

Pode utlizar a EMDR e a PNL também. Ambas propõem estupendos resultados.
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terça-feira, 12 de junho de 2012

ALERGIAS














Alergias ao Pólen

O que é o Pólen?



O grão de pólen é a célula masculina necessária para a propagação da semente das plantas. É produzido por uma planta e depois transportado por um insecto ou pelo vento para polinizar (fertilizar) outra. São partículas de tamanho muito reduzido (em média de 0,016 a 0,060 mm), como se fosse um pó, geralmente invisíveis a olho nu e provenientes de gramíneas, ervas daninhas, árvores e flores. Apesar da imensa variedade de vegetais existente, apenas cerca de 10% das espécies existentes são incriminadas como fontes de alergia. Ao contrário do que se possa pensar, os grãos de pólen das espécies que têm flores e folhas vistosas, como as rosas, os crisântemos e outras, são os que menos causam problemas alérgicos. Isto porque são pesados, grandes, quase só transportáveis por insectos, como a abelha, de quem, aliás, dependem para a sua reprodução. Só nas pessoas que lidam muito de perto com eles, como os jardineiros e as floristas, é que podemos vir a encontrar alergias a este tipo de pólens. Os grandes responsáveis pelas alergias são das espécies das gramíneas, ervas daninhas e árvores, as quais obedecem a determinadas características: produzem enormes quantidades de grãos de pólen e estes são leves, facilitando o seu transporte pelo vento, através do qual é feita a sua reprodução, e suficientemente pequenos para poderem penetrar no nosso aparelho respiratório. O transporte dos pólens pode fazer-se até grandes distâncias, como 100 Km, mas habitualmente, a maioria provem de plantas que estão situadas até 1 Km do local em que se encontra o doente. Através de aparelhos e técnicas apropriados é possível fazer contagens de pólens ao longo do ano e com periodicidade variável, que permitem elaborar calendários polínicos. É também possível fazer previsões da "chuva" polínica para os dias imediatos. As contagens avaliam a quantidade de grãos de pólen que existem num metro cúbico de ar. Uma contagem inferior a 50 é considerada baixa e uma superior a 200 é muito alta. Em Portugal, já foram elaborados calendários polínicos em várias regiões e as espécies mais vulgarmente implicadas são as gramíneas ("ervas rasteiras", a que pertencem os fenos e os cereais), as ervas daninhas (parietária e plantago) e, numa pequena percentagem dos doentes, as árvores (oliveira, plátano, bétula, cipreste, etc.).

Conselhos práticos aos alérgicos ao pólen


QUAL É A ÉPOCA DOS PÓLENS?
A quantidade de grãos de pólen na atmosfera varia de acordo com as condições atmosféricas, ao longo do dia e durante o ano.


CALENDÁRIO ANUAL:
Existem períodos, mais ou menos constantes de ano para ano, em que a quantidade de pólens na atmosfera é maior, em relação com os ciclos de vida das espécies mais implicadas no desencadeamento das alergias. Verifica-se um pico nos meses de Maio e Junho.
CONDIÇÕES ATMOSFÉRICAS:
Nos dias quentes com sol e vento há maior quantidade - PIOR PARA O DOENTE

Nos dias com chuva (os pólens são arrastados para o chão) há menor quantidade - MELHOR PARA O DOENTE

AO LONGO DO DIA:
Os pólens produzidos pelas plantas e árvores são levados para a atmosfera pelas correntes de ar quente e, portanto, as contagens polínicas sobem atingindo um valor máximo próximo do meio-dia ou princípio da tarde. O ar começa então a arrefecer e os grãos de pólen descem para o chão. Daí que, para os doentes alérgicos, o início da manhã e o fim da tarde/noite sejam as melhores horas do dia para andarem ao ar livre.


CONSELHOS PRÁTICOS PARA A ÉPOCA RICA EM PÓLENS


EVITE:
Cortar relva;

Andar de motorizada, mas se tiver de o fazer deve-se proteger os olhos, a boca e o nariz;

Dormir com as janelas abertas;

Caminhar em grandes espaços relvados;

Sair de casa em dias com vento forte e/ou quente e seco;

Secar a roupa ao ar livre (pode trazer pólens agarrados)

DURANTE OS DIAS DE FÉRIAS E/OU LAZER, DEVE SABER ESCOLHER ONDE E COMO ...:
Longe do campo e montanha;

Não fazer campismo nem piqueniques;

Evitar caçar ou pescar (obs.: Se escolher estes locais ou actividades, deve fazê-lo FORA DA ESTAÇÃO POLÍNICA !)

Preferir férias na praia, onde a brisa marítima mantém o ar mais livre de pólens, ou escolher um local onde sabe não haver predomínio dos pólens a que é sensível.
NÃO SE ESQUECER DE:


Manter as janelas de casa fechadas, pelo menos nos dias piores (atmosfera cheia de pólens!) e ao fim do dia quando ao chegar a casa;

Ao viajar de carro ou de comboio, manter sempre as janelas fechadas;

Se puder, deve ter o carro equipado com sistema de ventilação equipado com filtros para pólens;

Usar óculos "escuros" (com 100% de filtração das radiações ultravioletas), quando andar na rua ou de carro;

.Mudar de roupa ao chegar a casa se esteve ao ar livre num dia suspeito de haver grande densidade polínica.

Alergias a Ácaros

O que são Ácaros?

Os ácaros do pó são parentes microscópicos das aranhas e encontram-se em todas as casas, mesmo nas mais cuidadosamente limpas. Eles desenvolvem-se com temperaturas mornas, particularmente nos materiais da casa (colchões, almofadas, cobertores) e nas alcatifas. Alimentam-se de pêlos, cabelos, escamas de pele, bolores e outros produtos orgânicos. Sendo a cama o local onde se encontra maior concentração de ácaros e uma vez que um terço das nossas vidas é passado nela, é fácil de entender como estes pequenos animais podem ser agressivos para o homem.


Os Ácaros incomodam-nos ao longo de todo o ano. Mas fazem-no ainda mais a partir de Outubro e durante todo o Inverno (meses húmidos). A estratégia de combate será fazê-Io incidir primariamente no quarto de dormir e depois, tanto quanto possível, no resto da casa, de modo a expulsar estes hóspedes que não interessam a ninguém.


PARA UM QUARTO DE DORMIR LIVRE DE ÁCARO

CHÃO: Sem alcatifas, sem tapetes grossos e de preferência soalho de tacos ou vinil, facilmente lavável;
PAREDES lisas e facilmente laváveis;
CORTINAS: Não usar reposteiros pesados e preferir cortinas em materiais sintéticos, lisas e facilmente laváveis;
MÓVEIS: Não possuir móveis que acumulem pó; Preferir móveis de superfícies lisas, pouco trabalhados, fáceis de limpar; Evitar aparelhagens de música ou de TV, computadores e consolas de jogos, como outro tipo e aparelhos no quarto; Não guardar no quarto livros, discos e brinquedos que acumulem pó, como bonecos tipo peluche. Estes objectos devem estar devidamente acondicionados, dentro de armários ou gavetas.

ROUPA DE CAMA

REGRA: optar pelo material de cama sintético (poliéster). É preferível que o de lã, algodão ou de penas.

Preferir almofada de espuma ou outro material sintético, lavável;

Preferir colchão de espuma ou borracha sintética e sem" duas faces" ou então envolvê-lo numa capa de plástico ou fibra impermeável;

Existem actualmente à venda nas farmácias coberturas de protecção apropriadas para colchões, almofadas, e edredões de material especial microporoso, que não permite a passagem dos ácaros, que se têm revelado a medida mais eficaz na evicção do seu contacto na cama;

Evitar usar lençóis de flanela;

Evitar usar cobertores "felpudos", ou então usar por cima destes, colchas lisas e facilmente laváveis;

Preferir cobertores de fibra, edredões sintéticos e laváveis, nunca usar edredões de penas.

O GUIA DE LIMPEZA

AO LEVANTAR: Não fazer logo a cama. Deixar a cama a arejar e o quarto exposto ao sol, fresco e seco.


PELO MENOS UMA OU DUAS VEZES POR SEMANA: Mudar os lençóis e as fronhas; "Bater" e arejar a roupa da cama; Aspirar o quarto, principalmente o soalho, o colchão e o estrado onde este assenta

COM FREQUÊNCIA: Lavar os materiais do quarto, designadamente os cobertores, tapetes e cortinas. As coberturas anti-ácaros exigem cuidados especiais, devendo seguir-se à risca as instruções dos respectivos fabricantes.


NOTAS:

Deve evitar ser o próprio a limpar, mas se tiver de o fazer deve utilizar uma máscara de protecção e prefir os aspiradores que possuem um filtro especial, chamado HEPA;

Ao lavar a roupa da cama na máquina de lavar deve usar o programa mais quente ( >60º C), pois só com estas temperaturas os ácaros são mortos;

O uso de acaricidas ( substâncias químicas que matam os ácaros) pode ser útil em alguns casos, como um complemento à limpeza, não substituindo contudo os cuidados que já foram referidos;

O uso de aparelhos de filtração e purificação do ar por si só, sem as outras medidas, não é eficaz;

Mudar de almofadas cada dois a três anos.

NO RESTO DA CASA

Aspirar, se possível diariamente, toda a casa, sobretudo o chão, sofás, almofadas. etc. Conservar o mobiliário o mais limpo possível;

O DESUMIDIFICADOR é útil para controlar a humidade ( reduzindo o crescimento de ácaros e bolores) mas aplicável a um só compartimento , não dando para toda a casa;

Também o ar condicionado tem o seu papel ( manter a humidade relativa e temperatura adequadas ao crescimento dos ácaros) desde que bem escolhido e cumprindo com rigor as suas instruções técnicas (ex. mudar o filtro) .É preciso ter em conta que as mudanças bruscas de temperatura e humidade podem ser prejudiciais.


EVITAR EM CASA

Fumo de cigarros;

Tudo o que seja aerossóis, (tipo spray) ;

Animais domésticos no interior de casa/quarto. Mesmo que o doente não seja alérgico aos pêlos dos animais, estes não devem ser consentidos na sua habitação, porque facilitam o desenvolvimento de ácaros;

Produtos de limpeza ou outros, com cheiros intensos;

Controlar as baratas! No nosso país, as baratas podem ser um visitante indesejável a nossas casas, pois têm ganho importância como factor alérgico. Como as baratas para sobreviverem, necessitam de água e de altos níveis de humidade, mantenha a sua casa (sobretudo a cozinha) limpa e seca, vedando as zonas por onde elas possam entrar, e sem restos de comida e lixo à vista, para não terem com que se alimentar.





terça-feira, 5 de junho de 2012

                                                 A CURA É UM PROCESSO NATURAL . 
                                                                   ARNOLD EHRET

O professor Arnold Ehret, foi o criador do sistema de cura – Dieta Amucosa. Nasceu a 27 de julho de 1866, em Freiburg. Apesar de não possuir uma licenciatura em medicina, parece que estava destinado a realizar a sua missão como medico.
 Estamos a falar no período final de 1800 para 1900, quando a classe médica utilizava o mercúrio para curar doenças, baseando-se nas teorias de Pasteur, de que o micróbio era a causa. Foi-lhe declarado uma doença incurável. Os médicos da época deram-lhe uma sentença de morte, mas como há males que vêm por bem, este prognóstico fez despertar o seu espirito indomável, que acabou por ser uma característica marcante deste homem maravilhoso.
Sua determinação em curar-se foi tão bem sucedida, que muitos outros sofredores o obrigaram a ajuda-los a recuperar a saúde. Desmascarar as causas da doença Ehret estava interessado em desmascarar as causas da doença, para isso foi estudar para Berlim, mais tarde abriu uma clinica na Suíça.
 O seu grande conhecimento prático sobre Saúde, ele adquiriu em contato direto com milhares de pessoas que se recuperaram nesta clinica na Suíça, muitas delas chamadas de doenças incuráveis. A forma como levava o seu trabalho, demonstrava que não prevalecia interesses económicos, além disso a sua vida extremamente frugal não lhe exigia grandes preocupações financeiras. Arnold Ehret era Vegan e defendia os direitos dos animais
 O que é o sistema de cura - Dieta Amucosa? 
Em primeiro lugar é importante perceber - o que é um sistema? Um sistema é uma serie de procedimentos ou métodos para realizar certas ações que conduzem a um resultado preciso.
  O que é a Cura? Neste caso, o resultado desejado é a Cura. E cura NÃO é unicamente o estabelecimento de saúde através do desaparecimento de sintomas.
 Uma pessoa tem dor nas costas, o médico administra-lhe analgésicos anti-inflamatórios, e a dor vai embora. É normal que volte aparecer numa próxima vez e outra mais, tornando a situação cronica. A definição de Cura que pertence ao entendimento da Dieta Amucosa de Ehret é a seguinte:
 A cura é um processo natural, onde o corpo se equilibra. O objetivo da dieta é ajudar o corpo a reparar-se e gradualmente ir removendo todos os obstáculos, como os depósitos de material fermentado, toxinas, venenos, produtos químicos, mucos e tudo aquilo que não pertence à composição natural do corpo. Micróbios, bactérias ou vírus, o que você quiser chamar, não vão crescer num solo limpo fisiologicamente, podem passar "umas férias", mas não vão gostar, vão embora. Erhet, achava que os humanos na época (imagino se ele visse as nossas despensas e frigoríficos nos dias de hoje) tinham uma dieta que criava muco. Neste caso, muco é um termo com um sentido mais alargado do que simplesmente uma secreção nasal ou a secreção da membrana protetora intestinal. Muco, é uma substância na maior parte das vezes pegajosa, tipo catarro, colesterol, pus, etc… sempre que existe uma inflamação, seja em que local do corpo, existe sempre muco.
Sempre que se desenvolve uma …ite ou uma…ose é porque no local existe condições mucosas para que isso suceda.
 É interessante verificar, que Ereth não é o único a falar em muco, a Medicina Tradicional Chinesa à 5000 anos que fala em mucosidade e vai mais longe diferenciando-a em vários tipos, como mucosidade-calor, mucosidade-frio, etc… Resumindo, toda a “Cura” que ele restabelecia era assente na ideia de que por trás de todos os problemas, a causa de todas as mucosidades era UM CORPO INTOXICADO.
Se estava intoxicado, tinha “coisas” que bloqueavam os circuitos normais, assim como as suas funções, além de trazer sintomas desagradáveis e dolorosos. A sua principal e única “receita” era a DESINTOXICAÇÃO.

sábado, 26 de maio de 2012

PNL Da incompetência inconsciente para competência inconsciente Quando você começou a dirigir, quero dizer, quando nós começamos a conduzir, tudo parecia muito difícil. Precisávamos colocar um pé na embraiagem, outro no acelerador, trocar de velocidade com uma das mãos enquanto que a outra ficava no volante. Ah, também precisávamos dar o sinal para virar à direita ou esquerda, parar o veículo na subida sem deixar que ele descaísse porque um carro buzinava atrás com medo de nosso deslize. O passageiro queria conversar e o pior, corrigia cada manobra que fazíamos. Pior ainda, nenhuma ação parecia ser naturalmente executada. Cenas horríveis que não gostaríamos de recordar pois sugestionam incompetência total! E, provavelmente, era isto mesmo! Mas, calma! Durante o aprendizado de qualquer competência, habilidade, matéria, técnica ou comportamento desejado há quatro níveis de aprendizado que precisam ser suplantados para o alcance do objetivo final. NÍVEL 1 – INCOMPETÊNCIA INCONSCIENTE Durante este estágio nós simplesmente desconhecemos a existência daquilo que precisa ser aprendido e aplicado. É o estado de ignorância total. NÍVEL 2 – INCOMPETÊNCIA CONSCIENTE Durante este nível, progredimos do estado de não estamos conscientes de nossas falhas ao estado de tomarmos conhecimento delas. Quando estamos aprendendo a conduzir e somos apenas acompanhantes do motorista, não deixamos de perceber cada ação deste; contudo, não conseguimos reproduzi-las com igual habilidade. Muitas pessoas interrompem o seu crescimento pessoal neste estado. Sabem que aspectos do seu comportamento são improdutivos e o que poderiam mudar para melhorá-los, entretanto enganam-se pensando que somente o fato de terem adquirido consciência das falhas é tudo! NÍVEL 3 – COMPETÊNCIA CONSCIENTE Pessoas que amadurecem e atingem o nível 3 de um determinado aprendizado já exercitam os novos tipos de comportamento, mas ainda precisam raciocinar para que eles saiam satisfeitos. Conseqüentemente, ainda possuem dificuldades para execução das novas tarefas, por exemplo. Neste estágio, muitas inseguranças afloram porque ainda não compreendemos totalmente o porquê de nossas atitudes. Relembrando a aprendizagem de conduzir , quando alguém provoca uma colisão no seu veículo e recebe críticas exageradas, provavelmente terá grande dificuldade para superar seus medos e reiniciar de novo. Estas pessoas geralmente dizem que “não nasceram para conduzir”, que “isto só acontece comigo” ou coisa parecida. Sem dúvida alguma, é o nível de aprendizado mais longo e também mais difícil. Se não houver se superar, o comodismo poderá assumir o controle criando situações de incômodo que procuram convencê-lo de que as técnicas, no seu caso, não funcionam. NÍVEL 4 – COMPETÊNCIA INCONSCIENTE Grau que reflete o desempenho correto, elaborado. A esta altura, substituímos velhos hábitos por novos, quebramos paradigmas obsoletos e podemos dizer que aprendemos verdadeiramente. Fazemos todas as etapas do processo de “olhos fechados”, pois as mesmas já estão instaladas em nosso subconsciente. Estado em que as dificuldades ao volante foram superadas, é claro. Aliás, além de fazer tudo o que citamos anteriormente, ainda cantamos o último sucesso da rádio predileta. Conclindo E qual a diferença mais significativa entre todos os níveis de aprendizado? A percepção. O que você percebe faz toda diferença. Por isto, procure estar sempre aberto a todo tipo de aprendizado e reflita sobre qual nível de aprendizado melhor se encaixa nos vários papéis que desempenha, tanto profissionalmente quanto em sua vida pessoal.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Quando não há tempo para ir ao ginásio

ALONGAMENTOS




Apresento algumas imagens que você pode imprimir e colar na parede do seu quarto, talvez até distribuir pelos seus amigos(as). São alongamentos rápidos que podem ser feitos antes de começar a trabalhar, ensaio, ou mesmo como ginástica diária, para evitar encurtamento dos tendões e ligamentos enquanto se trabalha.
São imagens encontradas no Google e disponibilizadas no meu blog. Clique na imagem com o botão direito e depois já sabe como fazer em seguida, seguramente melhor que eu.
BOM TREINO

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

As Plantas que curam

ALTEIA
Nome científico: Althaea Officinalis
 
Pertence à família das Malváceas, a Altéia é uma planta perene (que não precisa ser replantada).o Seu caule é recto e pode atingir a altura de dois metros. Suas flores possuem cinco pétalas e as folhas são ovais, cobertas por uma lanugem prateada que lhes dá uma coloração prateada. É também conhecida como malvaísco ou malvarisco.
A Altéia pode ser usada como laxante, calmante, diuréticoe expectorante. Esta planta adapta-se muito bem a terrenos húmidos e pantanosos.
 
AMI
 
Nome científico: AmmíMajus
  Encontrada na Itália, nos terrenos áridos. Pertence à família das Umbelíferas, possui uma raiz lenhosa, de caule espinhoso. Pode chegar à altura de 1,5 m. Seus ramos são finos e cilíndricos e as folhas franjadas. As flores são esbranquiçadas e amarelas e os frutos contêm várias sementes. Esta planta possui várias utilidades terapêuticas,sendo indicada, principalmente, para problemas digestivos e favorecimento da secreção láctea e menstruações.
 

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Premio Nobel de Medicina: Farmacéuticas bloquean fármacos que curan porque no son rentables

El ganador del Premio Nobel Richard J. Roberts denuncia la forma en la que operan las grandes farmacéuticas dentro del sistema capitalista, anteponiendo los beneficios económicos a la salud y deteniendo el avance científico en la cura de enfermedades porque curar no es tan rentable como la cronicidad

Hace unos días publicamos una nota sobre datos revelados que muestran que las grandes compañías farmacéuticas en Estados Unidos gastan cientos de millones de dólares al año pagando a dcotores para que éstos promuevan sus medicamentos. Para complementar reproducimios esta entrevista con el Premio Nobel de Medicina Richard J. Roberts quien señala que los fármacos que curan no son rentables y por eso no son desarrollados por las farmacéuticas que en cambio si desarrollan medicamentos cronificadores que sean consumidos de forma serializada. Esto, señala Roberts, también hace que algunos fármacos que podrían curar del todo una enfremedad no sean investigados. Y se pregunta hasta que punto es valido que la industria de la salud se riga por los mismos valores y principios que el mercado capitalista, los cuales llegan a aprecerse mucho a los de la mafia. La entrevista originalmente fue publicada por el diario español Vanguardia:

Al capital sólo le interesa multiplicarse. Casi todos los políticos – y sé de lo que hablo- dependen descaradamente de esas multinacionales farmacéuticas que financian sus campañas. Lo demás son palabras…
No se haga ilusiones: en nuestro sistema, los políticos son meros empleados de los grandes capitales, que invierten lo necesario para que salgan elegidos sus chicos, y si no salen, compran a los que son elegidos.

Sintomas reveladores do que está nos faltando

SINTOMAS QUE REVELAM O QUE ESTÁ FALTANDO EM NÓS!!!!!
O ULTIMO ITEM COMO SOFRO !!!!!

Veja que interessante...
A partir de certa idade, temos quase todos esses sintomas, provocados pela falta dos alimentos aqui mencionados:
1. DIFICULDADE DE PERDER PESO
O QUE ESTÁ FALTANDO: ácidos graxos essenciais e vitamina.
ONDE OBTER: semente de linhaça, cenoura e salmão - além de suplementos específicos.

2. RETENÇÃO DE LÍQUIDOS
O QUE ESTÁ FALTANDO: na verdade um desequilíbrio entre o potássio, fósforo e sódio.
ONDE OBTER: água de coco, azeitona, pêssego, ameixa, figo, amêndoa, nozes, acelga, coentro, semente de linhaça e os suplementos.

3. COMPULSÃO A DOCES
O QUE ESTÁ FALTANDO: cromo.
ONDE OBTER: cereais integrais, nozes, centeio, banana, espinafre, cenoura + suplementos...

4. CÂIMBRA, DOR DE CABEÇA
O QUE ESTÁ FALTANDO: potássio e magnésio
ONDE OBTER: banana, cevada, milho, manga, pêssego, acerola, laranja e água.

5. DESCONFORTO INTESTINAL, GASES, INCHAÇO ABDOMINAL
O QUE ESTÁ FALTANDO: lactobacilos vivos
ONDE OBTER: coalhada, iogurte, missô, Yakult e similares..

6. MEMÓRIA RUIM
O QUE ESTÁ FALTANDO: acetil colina, inositol.
ONDE OBTER: lecitina de soja, gema de ovo + suplementos.

7. HIPOTIREOIDISMO (PROVOCA GANHO DE PESO SEM CAUSA APARENTE)
O QUE ESTÁ FALTANDO: iodo.
ONDE OBTER: algas marinhas, cenoura, óleo, pêra, abacaxi, peixes de água salgada e sal marinho.

8.. CABELOS QUEBRADIÇOS E UNHAS FRACAS
O QUE ESTÁ FALTANDO: colágeno.
ONDE OBTER: peixes, ovos, carnes magras, gelatina + suplementos.

9. FRAQUEZA, INDISPOSIÇÃO, MAL ESTAR
O QUE ESTÁ FALTANDO: vitaminas A, C, E e ferro.
ONDE OBTER: verduras, frutas, carnes magras e suplementos.

10. COLESTEROL E TRIGLICERÍDEOS ALTOS
O QUE ESTÁ FALTANDO: Ômega 3 e 6.
ONDE OBTER: sardinha, salmão, abacate, azeite

11. DESÂNIMO, APATIA, TRISTEZA, RAIVA, INSATISFAÇÃO, DEPRESSÃO, VONTADE DE MORRER
O QUE ESTÁ FALTANDO: Dinheiro, meu filho, dinheiro!!!
ONDE OBTER: Se eu soubesse não tinha todos esses sintomas....

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Como comunicamos uns com os outros?

O efeito das explosões é que retarda a disseminação de informações. Um estudo espanhol, que analisou nove mil milhões de chamadas durante quase um ano, é o primeiro a identificar as características do processo de comunicação e a quantificar o impacto sobre a divulgação de informações.

“Isto é muito importante em processos como a difusão de informações comerciais, mas também em situações como espalhar boatos, opiniões, políticas, etc.”, explica um dos autores da investigação, Esteban Moro, da Universidade Carlos III de Madrid.
A principal conclusão do estudo, publicado na revista Physical Review E, é que as pessoas comunicam em rajadas. Ou seja, o nosso comportamento não ocorre uniformemente ao longo do tempo mas em ritmo de ‘descargas’.

“Este aspecto da actividade humana, que também tem sido observado noutras actividades, tais como nos e-mails, visitas à internet ou em operações de mercado de acções, regulam a comunicação entre as pessoas”, concluem os cientistas.

O efeito das explosões é que retarda a disseminação de informações, já que os longos períodos de inactividade na comunicação entre duas pessoas são menos propensos a transferir informações de uma para a outra.

O estudo também destaca outro aspecto importante da comunicação humana: as discussões de grupo. Apesar destas acontecerem em rajadas, ocorrem ao mesmo tempo entre os membros do grupo social, o que acelera a difusão de informações dentro desses grupos.

O principal objectivo do estudo é tentar compreender o padrão temporal de comunicação entre pessoas numa rede social. “Diante da visão estática de uma rede social, o nosso estudo procura compreender quando, como e como essas relações sociais são produzidas”, diz o professor Stephen Moro. E com dois propósitos: o primeiro, ver se o ritmo da comunicação entre duas pessoas nos permite conhecer um pouco das características da relação (família, amigo, conhecido, colega, etc.); o segundo, para investigar o impacto desses ritmos na disseminação de informações em redes sociais, em processos de marketing, recomendação de produtos, etc.

sábado, 10 de setembro de 2011

As plantas que curam

Como prometido continuo a fazer vos conhecer estas maravilhosas criaturas
ALFAVACA
 
Nome científico: Ocinum Basilicum 
Pertence à família das Labiadas é uma planta herbácea(erva), originária dos países com clima tropical, a exemplo do Brasil. A Alfavaca é aromática e pode ser muito útil na cozinha para a preparação de molhos e sopas, conferindo um paladar especial ao prato. Quando dessecada conserva intacto o seu perfume.
É uma planta anual (que só cresce em determinadas épocas do ano). Apresenta-se com uma haste reta, suas folhas são verdes e brilhantes, um tanto carnosas. Para a preparação de medicamentos são utilizadas suas folhas frescas ou secas.
É conhecida ainda pelos seguintes nomes: manjericão-de-folha larga, manjericão-dos-cozinheiros, erva-real, remédio de vaqueiro etc.
 
ALFAZEMA
 
Nome científico: Lavandula Officinalis 
Esta talvez seja uma das plantas aromáticas mais populares de nosso pais. Sua origem, entretanto, é européia. Pertence também à família das Labiadas. É um arbusto perene, isto é, que não precisa ser replantado, cuja altura varia entre 50cm a 1 m. Suas folhas são longas e finas, cobertas por uma lanugem esbranquiçada, distribuídas em vários ramos. As flores são azul-violeta, reunindo-se em glomérulos com a forma semelhante de uma espiga.
A alfazema é indicada para os casos de nevralgia, excitação nervosa, insônia, vertigens, laringites, entre outras aplicações, além da sua utilização na perfumaria. Para a preparação de medicamentos, utilizam-se suas flores, que devem ser dessecadas ao ar livre e à sombra.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

As crianças vão adorar ir à escola


Proposta do governo para levar as crianças nas escolas do interior e incentivar a criação de gado

Essas plantas curam

Desde os tempos remotos, as plantas sempre estive-
ram presentes na vida do homem. A utilização dos vege-
tais com fins terapêuticos é anterior ao desenvolvimento da ciência. Cada povo possui sua própria listagem de ervas medicinais,arbustos e raizes, geralmente plantas comuns no território em que viviam, cujas aplicações são transmitidas através de gerações. Nas tribos indígenas, por exemplo, o pajé, uma da smaiores autoridades depois do cacique, nada mais é que um profundo conhecedor de todos os segredos do mundo vegetal,um curandeiro naturalista.
 
Será difícil explicar como as propriedades terapêuticas dessas plantas foram descobertas. Talvez por instinto, por intuição e até mesmo através da observação dos animais, que se servem dessas valiosas plantas para a cura de seus males.
 
Hoje em dia, apesar deste enorme desenvolvimento da ciência e da medicina,
as pessoas têm procurado tratamentos altemativos, mais naturais, que não apresentem efeitos colaterais. Este trabalho reúnirá uma série de receitas, explicadas; passo-a-passo,relacionando as ervas indicadas para cada caso, bem como a preparação dos remédios. No último capítulo também
irei relacionar algumas das dessas plantas, com informações e curiosidades a respeito de cada uma delas. 
PRIMEIRA PARTE:
AsPlantas E Raízes que CURAM
   
ACACIA
 
Nome científico: Acácia Horrida, Acácia Senegal
 
A Acácia pertence à família das Leguminosas Mimosídeas.
Seus ramos são fortes e suas flores muito perfumadas. É através de incisões no tronco dessa planta, originaria da África do Sul, que se extrai a goma arábica, uma substância densa e pegajosa. A Acácia é recomendada para o tratamento de problemas intestinais, queimaduras, sendo indicada ainda para uso veterinário, uma vez que constitui um excelente remédio para nefrite canina.
 
ALECRIM
Nome científico: Rosmarinus officinalis
 
Segundo as crenças populares, o alecrim é uma planta que ajuda a espantar o "mau olhado", a inveja. Mas essa planta, que pertence à família das Labiadas, tem ainda inúmeras funções terapêuticas. É indicada, entre outras coisas, para o tratamento de abscessos, asma e reumatismo. 0 alecrim apresenta caule lenhoso, com folhas pequenas e finas. Suas flores são azuladas, possuindo também frutos. Esta planta exala um perfume forte, por isso é utilizada pela indústria de perfumes. Uma outra propriedade importante e interessante do alecrim é a de estimulante, dando força e vigor às pessoas com fraqueza e exaustão devido a atividades físicas e intelectuais.
relacionarei algumas das plantas citadas, com informações e curiosidades a respeito de cada uma delas.
Siguam na minha Página a continuação deste trabalho que prometo vai ser interessantíssimo

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

O que é o ESTRADIOL?





O Estradiol actua sobre a função reprodutiva, estimulando os folículos ovarianos a liberar os óvulos, células germinativas femininas.

É ele também que estimula o aumento das contracções musculares das trompas de falópio que empurram o óvulo fertilizado até o útero.

É ele, ainda, que leva o útero à reagir à progesterona o hormônio que prepara o órgão para receber o óvulo fertilizado, revestindo-o com um endométrico mais espesso.


O estradiol, desempenha papel estratégico no corpo feminino. Fora da função reprodutiva é responsável pela manutenção dos tecidos do organismo, garantindo a elastidade da pele e dos vasos sanguíneos, a reconstituição dos ossos, a proteção de funções cerebrais como a memória, entre outras 300 atividades, segundo informam os estudos científicos.


O estradiol é um estrogênio da juventude, poderia se dizer. O estriol é produzido pela placenta e, em menor quantidade, pelo fígado. É o principal estrogênio da gravidez.


O Estrona é uma versão atenuada de estradiol. É secretado pelas células de gordura e durante a gravidez, pela placenta, é o tipo que predomina na mulher após a menopausa.

Ele tem a sua importância mas não é tão poderoso, sem dúvida, quanto o estradiol a ponto de evitar o processo inexorável do envelhecimento. Assim sendo, ficamos mais vulneráveis ao risco de desenvolver doenças cardiovasculares ou osteoporose após a menopausa.


A parte do cérebro conhecida como hipotálamo e a glândula pituitária, a popular e célebre hipófise, são em primeira instância as responsáveis pela produção desse coquetel de hormônios sexuais que preparam o organismo feminino para a reprodução e o mantém em bom estado de funcionamento.


Tendo pouco mais de 1 centímetro de diâmetro e meio grama de peso e alojada na base do cérebro a hipófise é subordinada directamente ao hipotálamo encarrega-se, em ambos os sexos, de fabricar as chamadas gonadotrofinas, substâncias que induzem os ovários e testículos, lá nas partes baixas, a liberar hormônios sexuais, os quais, por sua vez, amadurecem os óvulos e as células germinativas masculinas necessárias à reprodução.


Para desempenhar essa função, as gonadotrofinas carregam dois tipos de hormônios: o Hormônio Folículo Estimulante, ou FSH e o Hormônio Luteinizantes ou LH. As siglas correspondem às iniciais dos nomes dessas subtâncias.


Nos homens, os dois hormônios actuam simultaneamente.

O FSH forma os espermatozóides enquanto o LH estimula os testículos para fabricar testosterona. Na mulher, eles agem em fases alternadas. O FSH entra na primeira metade do ciclo, para induzir os ovários a produzir estradiol, o estrogênio que amadurece um ou mais óvulos guardados nos folículos ovarianos.

O nível de concentração de estrogênio estradiol no sangue, aumenta quando o óvulo está maduro e pronto para sair de sua "casca" e este é o sinal que avisa a hipófise de que o trabalho está feito e está na hora de parar a produção de FSH e lançar a segunda gonadotrofina na circulação: o LH.

O hormônio luteinizante ajuda o óvulo a romper a casca folicular para cair em uma das duas trompas de falópio, que a essa altura estão encostadas nos ovários à espreita e à espera da sua presa.


A partir dessa fase, a glândula pituitária continua a lançar as gonadrotofinas na circulação e dar início ao ciclo ovulatório feminino mas os folículos não amadurecem e os níveis de estradiol, o estrogênio fabricado pelos ovários nessa primeira metade do ciclo feminino, não se elevam ao ponto de avisar a hipófise sobre o passo seguinte,o qual seja, de parar a produção de FSH e começar a de LH, e assim por diante.


Ao contrário do programado, e num esforço supremo para conseguir amadurecer os folículos ovarianos resistentes, a hipófise reage aumentando a produção de FSH. A chance de conseguir tirar um óvulo da casca é de 50% quando a mulher tem 45 anos.

Mas, a hipófise que não parece saber disso, insiste, super produzindo o FSH. E com óvulo ou sem, dá seqüência a operação, lançando a segunda gonadrotofina na circulação, o hormônio luteinizante ou LH que completa o ciclo até a menstruação.

A produção de LH permanece estável nesse período conturbado, segundo os médicos ou especialistas, daí a continuidade do processo. Mas a produção anormal de FSH ao longo da premenopausa, que se torna errática, oscilando entre picos de alta e baixa concentração, acompanhados por mais estradiol ou menos, produz um curto-circuito no organismo feminino, literalmente.


Por entre as principais consequências do desequilíbrio hormonal estão as alterações na temperatura do organismo feminino, que esquenta ligeiramente ao longo de toda a perimenopausa.

As ondas de calor e os suores noturnos são outro efeito desse descompasso hormonal. Além de experimentar os sintomas clássicos da síndrome pré-menstrual, as mulheres em idade de pre-menopausa também passam a ter problemas de sono por causa desses calores e suores noturnos.

Muitas também sofrem com problemas de ordem gastrointestinal, dores musculares e nas articulações.
Por vezes um complemento à base de isoflavonas de soja ( ver contraindicão relativo a patologias tiroidianas) será aconselhado ou pedir o conselho de um Homeopata





quinta-feira, 16 de junho de 2011

ser FELIZ

"Mesmo uma vida feliz não pode existir sem uma medida de escuridão, ea palavra feliz perderia seu sentido se não estivesse equilibrada pela tristeza. É muito melhor levar as coisas como elas vêm junto com a paciência e equanimidade.”
-
Carl Jung

quarta-feira, 15 de junho de 2011

AUTO - HIPNOSE

A seguir, está descrito um exercício, que nos ensina como colar uma caneta em nossas mãos, usando os poderes da mente!


Caneta e dedos colados

Coloque uma caneta entre os dedos (conforme indica o desenho). Agora solte a caneta separando os dedos e perceba seus reflexos, velocidade de resposta, qualidade de movimentos, etc, para compará-los depois do término da experiencia; se as sensações foram idênticas ou ocorreram modificações devido as sugestões.

Torne a colocar a caneta entre seus dedos, firmemente, e olhe para o ponto onde os dedos fazem contato com a caneta. Usando sua imaginação, sempre sem questionar, crie em sua cabega a sensação de que entre os dedos e a caneta vocé colocou uma cola de secagem rápida, tão rápida que ao fim de uma contagem de 1 a 10, seja tempo suficiente para deixar os dedos totalmente grudados, soldados. Sinta, veja e imagine que a cola começa a fazer efeito. Sinta o contato, a viscosidade, a temperatura. Veja como a cola se espalha, a cor, o brílho, etc. Imagine que endurece e gruda cada vez mais. Sinta a pressão dos dedos na caneta e comece a repetir mentalmente a seguinte sugestão:

— "Vou começar a contar de 1a 10 e a cada número de minha contagem meus dedos ficam grudados... mais, cada vez mais grudados na caneta, de tal forma que, quando minha contagem chegar a 10... vão estar grudados... tão grudados que nao vou poder separar os dedos da caneta...

Quanto mais eu tentar... mais grudados ficam meus dedos na caneta, quanto mais forço para separar os dedos... mais grudam... mais se colam na caneta... os dedos estão grudados na caneta... a caneta está colada nos dedos... um, começa a grudar mais e mais... dois, mais forte é a pressão... três.. quatro... cinco, sinto meus dedos mais firmes na caneta... seis, mais forte... sete... oito, estou chegando ao fim e a caneta já está grudada... nove, totalmente grudada... quanto mais força faço, mais grudada está... e... dez... totalmente grudada, é impossível soltar a caneta... meus dedos nao obedecem à minha vontade. Estão sob comando de minha imaginação. Tento soltar a caneta mas é impossível... nao se solta".

Se, depois do final da contagem, nao consegue soltar a caneta ou o reflexo de soltar nao é o mesmo que no inicio da prova: conseguiu, ligou a máquina.

Para soltar a caneta. "Agora vou contar de 5 até 1 e se soltará" - Cinco, começa a afrouxar-se... quatro... tres... dois, quase se solta... e um, se soltou". Este exercício é um dos mais simples e dos que mais resultados deu durante toda minha experiencia ensinando auto-hipnose.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

HIPNOSE CLINICA


Hipnose
A hipnose oferece tanto ao doente que ao terapeuta um acesso fácil ao espírito inconsciente do doente. Permite ocupar-se directamente destas forças inconscientes que são subjacentes às perturbações da personalidade, e autoriza a identificação destes elementos da experiência de vida de um indivíduo que têm a importância para a personalidade e aos quais deve-se prestar toda a atenção necessária se deseja-se obter resultados terapêuticos. Só a hipnose pode dar um acesso fácil, rápido e largo ao inconsciente, inconsciente que a história da psicoterapia mostrou ser de tal importância no tratamento das desordens agudas da personalidade.
Milton erickson

Uma vez descoberto um desequilíbrio, o Kinesiologista utiliza de novo o teste do músculo para obter uma reacção do organismo da pessoa, que “informa” quais os factores que o estão a provocar, e o que pode ajudar para o equilibrar.

O Tratamento pode incluir suplementos nutricionais, várias técnicas de libertação de stress emocional, tratamento com Florais de Bach, acupressão, alinhamento estrutural moderado, equilíbrio de chakras, toque suave, massagem reflexa firme, sugestão para mudanças de estilo de vida, e mais. O tratamento exacto que se recebe depende da informação fornecida pelo organismo do cliente, através do teste muscular, sobre aquilo que necessita para voltar a estar “saudável”.

MARCAÇÃO: 966583121 - 919136171
Espaço ARTE REIKI ASTROLOGIA
Galerias Marta – rua da Junqueira – Póvoa de Varzim

Email: metasaude@hotmail.com