quarta-feira, 31 de outubro de 2012
Especialistas usam hipnose para amenizar o sofrimento durante o luto
(Reportagem – O Dia Online) - Por David Bitterman.
Cresce a procura pela hipnose clínica nas vésperas de datas marcantes como o Natal e nesta quinta-feira, Dia de Finados. A técnica vem sendo usada como ferramenta de auxílio para quem sofre com a perda de pessoas queridas. Segundo psicólogos, o tratamento é recomendado para quem, passados seis meses da morte, ainda não aceitou a perda de parentes ou amigos.
“O importante é a aceitação. Não devemos esquecer quem já se foi, mas devemos, sim, ser capazes de lembrar dos bons momentos”, disse a psicóloga Miriam Farias. Segundo ela, a hipnose atua na intensidade da emoção da perda. A técnica, baseada no relaxamento, permite que o paciente aceite melhor a nova realidade. “No momento do transe, o cérebro produz substâncias que geram mais prazer e que apagam lembranças mais negativas”, ensina a especialista.
Para a esteticista "Tânia D..., 47, o tratamento foi fundamental para superar a perda do padrasto: “Fiquei muito mal. Ele era como um pai para mim. Quase entrei em um quadro depressivo”.
a Consulta de Avaliação prévia é Gratuita e só por marcação:
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terça-feira, 30 de outubro de 2012
Estudos comprovam a eficiência da Hipnoterapia
Publicado este artigo em 29/08/2012 - Por David Bitterman.
Um dos poucos estudos realizados, comprovam os resultados que tenho obtido em meus tratamentos
A pesquisa aponta que a HIPNOSE tem sido considerada por muitas instituições sérias e profissionais respeitados, como uma das melhores alternativas para problemas emocionais.
Foi publicada uma análise realizada pelo psicólogo Alfred A. Barros, Ph.D., que revelou as seguintes porcentagens:
1) Psicanálise: 38% de recuperação após 600 (seicentas) sessões. Cerca de 11 anos e meio;
2) Terapia Cognitiva Comportamental: 72% de recuperação após 22 (vinte e duas) sessões. Cerca de 6 meses;
3) Hipnoterapia: 93% de recuperação após 6 (seis) sessões. Cerca de 1 mes e meio;
Fonte: A. Barros. American PhD. Psychotherapy, V7n1 e Theory, Research, and Practice.
http://www.stresscards.com/esspsychotherapy.php
Se
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Aguardo seu contato! na minha pagina Facebook: Joao De Almeida ou marque neste Blog
Bem haja.Abraço
Um dos poucos estudos realizados, comprovam os resultados que tenho obtido em meus tratamentos
A pesquisa aponta que a HIPNOSE tem sido considerada por muitas instituições sérias e profissionais respeitados, como uma das melhores alternativas para problemas emocionais.
Foi publicada uma análise realizada pelo psicólogo Alfred A. Barros, Ph.D., que revelou as seguintes porcentagens:
1) Psicanálise: 38% de recuperação após 600 (seicentas) sessões. Cerca de 11 anos e meio;
2) Terapia Cognitiva Comportamental: 72% de recuperação após 22 (vinte e duas) sessões. Cerca de 6 meses;
3) Hipnoterapia: 93% de recuperação após 6 (seis) sessões. Cerca de 1 mes e meio;
Fonte: A. Barros. American PhD. Psychotherapy, V7n1 e Theory, Research, and Practice.
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quinta-feira, 25 de outubro de 2012
O SEU FILHO RECLAMA DE DORES NAS PERNAS NO FINAL DO DIA.?
PODE SER DOR DO CRESCIMENTO?
A “dor do crescimento” trata-se de uma disfunção que acomete crianças e adolescentes entre três e 15 anos e varia de intensidade e frequência dependendo de cada caso. Essas dores estão presentes nos membros inferiores (pés e pernas) e podem estar associadas a uma jornada de grande atividade física, o que explica a incidência no final do dia.
Aproximadamente 25% das crianças que procuram o reumatologista ou o ortopedista pediátrico têm dores nas pernas, quando essas dores não estão relacionadas a trauma, em uma criança absolutamente normal, saudável e ativa, com episódios repetitivos elas muitas vezes podem ser as chamadas “dores do crescimento”.
Essas crises características em crianças de 3 a 6 anos de idade podem ser diárias ou esporádicas, podendo estar presentes por longos períodos antes de desaparecerem.
Em geral, a dor é bilateral, descrita pela criança como profunda, intensa e principalmente no final do dia ou à noite. Uma história típica é a da criança que vai dormir bem e acorda chorando com dor, solicitando a presença da mãe, que com massagens locais aliviam a dor. A criança volta a dormir e acorda bem no dia seguinte, reassumindo suas atividades normais.
Um sinal importante para afastarmos outras patologias é que não ocorre sinais de "inflamação" articular: junta inchada, vermelha e quente. Costuma acometer meninos e meninas em proporções parecidas.
Causas
Essa entidade não tem ainda causa conhecida. Na verdade não existe consenso entre os pesquisadores nem sobre o termo "Dores do crescimento". Na verdade, não se verificou qualquer relação desse quadro com o ganho de estatura, que ocorre de maneira muito lenta para provocar dor.
Existem muitas tentativas de explicar a causa. Uma das teorias é quanto ao desequilíbrio de crescimento de ossos, tendões e músculos, fadiga muscular ou mesmo atividades de impacto provocando dores próximas às áreas de crescimento.
É muito comum encontrarmos distúrbios emocionais ou simplesmente uma situação de crise própria da idade (nascimento de um irmão, ingresso na escola, divòrcio, mãe que começa a não prestar o tempo necessário).
Também se viu que essas crianças são, em geral, filhas de pais que também tiveram quadros semelhantes durante a infância e nas próprias crianças são encontradas outras situações de dor crônica como dor de cabeça ou dor abdominal, ou seja, parece haver uma combinação de fatores emocionais associados a uma " tendência" a dor crônica.
Tratamento
A primeira coisa a ser feita é a exclusão de outras possibilidades diagnósticas, principalmente doenças reumatológicas, hematológicas e endocrinológicas, o que é feito durante a consulta e através da avaliação laboratorial.
Depois de confirmado o diagnóstico, é fundamental que se tranqüilize a família, já que se trata de uma patologia benigna e auto limitada, que não trará seqüelas e limitações e que não terá impacto no crescimento da criança.
Durante as crises, mantém-se a conduta de usar analgésicos, frazer massagens e calor.
Não há indicação para limitar a criança em qualquer aspecto: alimentação e atividades físicas estão liberadas e devem, inclusive, ser estimuladas. Devemos retirar o rótulo de "criança doente" e que a família passe a administrar as crises dentro de uma atmosfera de tranqüilidade para a criança.
Concluindo podemos dizer que as dores do crescimento são um diagnóstico de exclusão e que a criança com esta suspeita deve ser adequadamente avaliada pelo ortopedista pediátrico e reumatologista infantil e eventualmente um Osteopata devidamente credenciado.
Fraqueza muscular progressiva: Neuropatia sensorial síndrome de Charcot tipo 4 G
Esta doença provoca fraqueza muscular progressiva com perda da capacidade de locomoção por polineuropatia sensitivo-motora.
A fraqueza muscular está associada a uma variação da síndrome denominada Síndrome de Charcot Marie Tooth tipo 4 G.
fraqueza nas pernas e fraqueza muscular
Trata-se de uma polineuropatia sensitivo-motora desmielinizante CMT periférica, identificada poucas vezes na literatura com poucos casos registrados.
Esta doença também é creditada com o nome de neuropatia sensorial de Russe (HMSNR).
O início dos sintomas de fraqueza muscular ocorre entre 8 e 16 anos de idade com fraqueza distal do membro inferior, seguido pelo envolvimento distal do membro superior, com idade de início mais variável entre 10 e 43 anos.
A perda sensorial também é uma característica proeminente na progressão desta doença.
As velocidades de condução nervosa motora são moderadamente reduzida e o limiar de estimulação elétrica do nervo é aumentado.
Percebe-se na biópsia de nervo revelar uma perda de grandes fibras mielinizadas, redução da espessura da bainha de mielina e profusa atividade regenerativa.
Esta doença de fraqueza muscular é transmitida de forma autossômica recessiva. O gene que causam doenças ainda não foi identificado, mas a análise de ligação e mapeamento de recombinação levaram à identificação de um pequeno intervalo em 10q23.2.
sábado, 6 de outubro de 2012
Melatonina: grande aliada do sono e da manutenção do peso
Dizem alguns que dormir mal faz ganhar peso? Sim! Noites maldormidas desregulam a produção de melatonina, um hormônio que nos ajuda a adormecer e que está diretamente relacionado à qualidade do sono. A falta dela no organismo faz diminuir a liberação de serotonina, um neurotransmissor (seguidamente falarei sobre eles) ligado ao bom humor e ao prazer. Ao sentir falta dela, nosso cérebro pede alimentos açúcarados para repor as energias e compensar a nossa necessidade de prazer. Você já sabe qual é a consequência disso, não?: engordar!
E esta situação pode piorar mais ainda se, além de não dormir como deve ser, você estiver stressada! Aí entra em cena outro hormônio: o cortisol. “O seu excesso está relacionado à compulsão alimentar e o acumulo de gordura na região abdominal”, explicam os nutricionistas.
Bom, assim já deu para perceber como a melatonina é muito importante para regular o sono e nos ajudar a manter o peso. Ela pode ser encontrada em pequenas quantidades em alguns alimentos como cereja, banana, milho, aveia e em plantas como a hortelã e o tomilho.
Alguns nutrientes também aumentam a produção de melatonina, como o ácido fólico (encontrado em vegetais folhosos verde-escuros e gema de ovo) e a vitamina B6 ( esta encontra -se em cereais integrais, oleaginosas e aveia). Os Carboidratos integrais também estimulam a produção do hormônio.
Está pronta para dormir? Então aproveite o final de semana para pôr o sono em dia.
Existem já certos Hipnologos que lhe poderão fazer indução para que a sua noite seja tranquila recorrendo à WebCam ou Video chamada. Pela sugestão Pós hipnótica, depois de voçê despertar da hipnose, em vez de continuar a refugiar-se num comportamento negativo habitual, que a impede de dormir, espontaneamente, surgirá um impulso profundo que lhe dará prazer, e que só com isso lhe dará vontade de dormir
Para isso escolha um profissional devidamente credenciado.
Estou ao seu dispor. Não hesite em contactar-me. Pode faze-lo no meu blog ou telefone: 966583121
email: metanatura@gmail.com
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