sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
domingo, 11 de novembro de 2012
A hipnose na terapia sexual: como facilitador no resgate do prazer
Nem futurologos, nem videntes! Nem pêndulo, nem magia! ... É ciência pura transformando vidas e resgatando o prazer. Eis aqui um valioso recurso que a hipnose moderna nos faz presente. Alicerçada já na Argentina, alguns países europeus associaram esta pratica, relato também que O Conselho Federal de Psicologia Brasileiro aprovou e regulamentou o uso da hipnose como recurso auxiliar de trabalho do psicólogo, passaram se 12 anos desde aí, reconhecendo a mesma como recurso técnico capaz de contribuir nas resoluções de problemas físicos e psicólogicos. E ainda considerou o avanço da hipnose, a exemplo da Escola Ericksoniana no campo psicológico, de aplicação prática e de valor científico. Assim como o de Psicologia, os Conselhos de Medicina e de Odontologia reconheceram essa valiosa ferramenta terapêutica.
Devo aqui render a minha homenagem ao Dr. Milron H. Erickson, psiquiatra norte-americano, que é considerado o Pai da Hipnose Moderna dada à importância e originalidade de seu trabalho, é reconhecido como a maior autoridade em psicoterapia.
Tanto para problemas psicológicos como fisiológicos, a Hipnose Ericksoniana tem resultados bastante eficientes, para além de encurtar o tempo do tratamento, apraz me confirmar nos meus resultados essa afirmação. Essa abordagem fenomenológica acredita que as pessoas têm dentro de si ou de seus sistemas sociais os recursos para produzir as mudanças necessárias a sua harmonia, saúde e bem estar. O trabalho do terapeuta é o de conseguir acesso a esses recursos e auxiliar o paciente a colocá-los em prática nas diversas áreas da vida, inclusive na sexual. Podemos dizer que isso é um grande ganho para a sexologia.
Desde os primórdios da humanidade, as disfunções sexuais existem, e a busca para solucionar as mesmas também. Nas décadas de 50 e 60, houve um grande avanço no que diz respeito ao conhecimento da sexualidade humana. Em 1966, Master e Johnson publicaram o livro "Resposta sexual humana", que representa um marco nas concepções médicas e psicológicas sobre o tema. A partir dessa verdadeira revolução conceptual, os problemas sexuais deixaram de ser vistos como que "fenômenos intratáveis". Abriu-se assim espaço para a sexologia moderna, que trouxe consigo o objetivo principal de aliviar o sintoma sexual, tendo a psicologia comportamental ocupado um importante papel a partir da década de 50.

Na década de 80, em vários países surge a especialidade Terapia Sexual. Na Inglaterra, França e paises como o Brasil, a referida especialidade expandiu-se a partir de 1990. Desde então, muito se evoluiu. Muitas novas "ferramentas" vêm sido incorporandas e aprimoram a terapia sexual como, por exemplo, o uso de técnicas de abordagem corporal, de terapia conjugal e de relaxamento.
Agora chegou a vez da Hipnoterapia Ericksoniana! Podemos dizer que as técnicas utilizadas na mesma enriquecem a estratégia do "modus de atuação terapêutico" na Terapia Sexual, favorecendo, assim, excelentes resultados tanto no trabalho das disfunções sexuais masculinas como femininas. Além do mais, observamos na prática que é possível proporcionar não só a resolução da dificuldade sexual específica como também promover uma reeducação sexual, favorecendo a saúde, o prazer, a harmonia, o equilíbrio e o bem estar do ser humano como um todo.
Só por marcação. Deixe seu contato ou email.
Obrigado pela visita.
Devo aqui render a minha homenagem ao Dr. Milron H. Erickson, psiquiatra norte-americano, que é considerado o Pai da Hipnose Moderna dada à importância e originalidade de seu trabalho, é reconhecido como a maior autoridade em psicoterapia.
Tanto para problemas psicológicos como fisiológicos, a Hipnose Ericksoniana tem resultados bastante eficientes, para além de encurtar o tempo do tratamento, apraz me confirmar nos meus resultados essa afirmação. Essa abordagem fenomenológica acredita que as pessoas têm dentro de si ou de seus sistemas sociais os recursos para produzir as mudanças necessárias a sua harmonia, saúde e bem estar. O trabalho do terapeuta é o de conseguir acesso a esses recursos e auxiliar o paciente a colocá-los em prática nas diversas áreas da vida, inclusive na sexual. Podemos dizer que isso é um grande ganho para a sexologia.
Desde os primórdios da humanidade, as disfunções sexuais existem, e a busca para solucionar as mesmas também. Nas décadas de 50 e 60, houve um grande avanço no que diz respeito ao conhecimento da sexualidade humana. Em 1966, Master e Johnson publicaram o livro "Resposta sexual humana", que representa um marco nas concepções médicas e psicológicas sobre o tema. A partir dessa verdadeira revolução conceptual, os problemas sexuais deixaram de ser vistos como que "fenômenos intratáveis". Abriu-se assim espaço para a sexologia moderna, que trouxe consigo o objetivo principal de aliviar o sintoma sexual, tendo a psicologia comportamental ocupado um importante papel a partir da década de 50.
Na década de 80, em vários países surge a especialidade Terapia Sexual. Na Inglaterra, França e paises como o Brasil, a referida especialidade expandiu-se a partir de 1990. Desde então, muito se evoluiu. Muitas novas "ferramentas" vêm sido incorporandas e aprimoram a terapia sexual como, por exemplo, o uso de técnicas de abordagem corporal, de terapia conjugal e de relaxamento.
Agora chegou a vez da Hipnoterapia Ericksoniana! Podemos dizer que as técnicas utilizadas na mesma enriquecem a estratégia do "modus de atuação terapêutico" na Terapia Sexual, favorecendo, assim, excelentes resultados tanto no trabalho das disfunções sexuais masculinas como femininas. Além do mais, observamos na prática que é possível proporcionar não só a resolução da dificuldade sexual específica como também promover uma reeducação sexual, favorecendo a saúde, o prazer, a harmonia, o equilíbrio e o bem estar do ser humano como um todo.
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quarta-feira, 31 de outubro de 2012
Especialistas usam hipnose para amenizar o sofrimento durante o luto
(Reportagem – O Dia Online) - Por David Bitterman.
Cresce a procura pela hipnose clínica nas vésperas de datas marcantes como o Natal e nesta quinta-feira, Dia de Finados. A técnica vem sendo usada como ferramenta de auxílio para quem sofre com a perda de pessoas queridas. Segundo psicólogos, o tratamento é recomendado para quem, passados seis meses da morte, ainda não aceitou a perda de parentes ou amigos.
“O importante é a aceitação. Não devemos esquecer quem já se foi, mas devemos, sim, ser capazes de lembrar dos bons momentos”, disse a psicóloga Miriam Farias. Segundo ela, a hipnose atua na intensidade da emoção da perda. A técnica, baseada no relaxamento, permite que o paciente aceite melhor a nova realidade. “No momento do transe, o cérebro produz substâncias que geram mais prazer e que apagam lembranças mais negativas”, ensina a especialista.
Para a esteticista "Tânia D..., 47, o tratamento foi fundamental para superar a perda do padrasto: “Fiquei muito mal. Ele era como um pai para mim. Quase entrei em um quadro depressivo”.
a Consulta de Avaliação prévia é Gratuita e só por marcação:
Deixe seu contacto nesta página ou: João de Almeida em Facebook
terça-feira, 30 de outubro de 2012
Estudos comprovam a eficiência da Hipnoterapia
Publicado este artigo em 29/08/2012 - Por David Bitterman.
Um dos poucos estudos realizados, comprovam os resultados que tenho obtido em meus tratamentos
A pesquisa aponta que a HIPNOSE tem sido considerada por muitas instituições sérias e profissionais respeitados, como uma das melhores alternativas para problemas emocionais.
Foi publicada uma análise realizada pelo psicólogo Alfred A. Barros, Ph.D., que revelou as seguintes porcentagens:
1) Psicanálise: 38% de recuperação após 600 (seicentas) sessões. Cerca de 11 anos e meio;
2) Terapia Cognitiva Comportamental: 72% de recuperação após 22 (vinte e duas) sessões. Cerca de 6 meses;
3) Hipnoterapia: 93% de recuperação após 6 (seis) sessões. Cerca de 1 mes e meio;
Fonte: A. Barros. American PhD. Psychotherapy, V7n1 e Theory, Research, and Practice.
http://www.stresscards.com/esspsychotherapy.php
Se
Precisa de ajuda?
Aguardo seu contato! na minha pagina Facebook: Joao De Almeida ou marque neste Blog
Bem haja.Abraço
Um dos poucos estudos realizados, comprovam os resultados que tenho obtido em meus tratamentos
A pesquisa aponta que a HIPNOSE tem sido considerada por muitas instituições sérias e profissionais respeitados, como uma das melhores alternativas para problemas emocionais.
Foi publicada uma análise realizada pelo psicólogo Alfred A. Barros, Ph.D., que revelou as seguintes porcentagens:
1) Psicanálise: 38% de recuperação após 600 (seicentas) sessões. Cerca de 11 anos e meio;
2) Terapia Cognitiva Comportamental: 72% de recuperação após 22 (vinte e duas) sessões. Cerca de 6 meses;
3) Hipnoterapia: 93% de recuperação após 6 (seis) sessões. Cerca de 1 mes e meio;
Fonte: A. Barros. American PhD. Psychotherapy, V7n1 e Theory, Research, and Practice.
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quinta-feira, 25 de outubro de 2012
O SEU FILHO RECLAMA DE DORES NAS PERNAS NO FINAL DO DIA.?
PODE SER DOR DO CRESCIMENTO?
A “dor do crescimento” trata-se de uma disfunção que acomete crianças e adolescentes entre três e 15 anos e varia de intensidade e frequência dependendo de cada caso. Essas dores estão presentes nos membros inferiores (pés e pernas) e podem estar associadas a uma jornada de grande atividade física, o que explica a incidência no final do dia.
Aproximadamente 25% das crianças que procuram o reumatologista ou o ortopedista pediátrico têm dores nas pernas, quando essas dores não estão relacionadas a trauma, em uma criança absolutamente normal, saudável e ativa, com episódios repetitivos elas muitas vezes podem ser as chamadas “dores do crescimento”.
Essas crises características em crianças de 3 a 6 anos de idade podem ser diárias ou esporádicas, podendo estar presentes por longos períodos antes de desaparecerem.
Em geral, a dor é bilateral, descrita pela criança como profunda, intensa e principalmente no final do dia ou à noite. Uma história típica é a da criança que vai dormir bem e acorda chorando com dor, solicitando a presença da mãe, que com massagens locais aliviam a dor. A criança volta a dormir e acorda bem no dia seguinte, reassumindo suas atividades normais.
Um sinal importante para afastarmos outras patologias é que não ocorre sinais de "inflamação" articular: junta inchada, vermelha e quente. Costuma acometer meninos e meninas em proporções parecidas.
Causas
Essa entidade não tem ainda causa conhecida. Na verdade não existe consenso entre os pesquisadores nem sobre o termo "Dores do crescimento". Na verdade, não se verificou qualquer relação desse quadro com o ganho de estatura, que ocorre de maneira muito lenta para provocar dor.
Existem muitas tentativas de explicar a causa. Uma das teorias é quanto ao desequilíbrio de crescimento de ossos, tendões e músculos, fadiga muscular ou mesmo atividades de impacto provocando dores próximas às áreas de crescimento.
É muito comum encontrarmos distúrbios emocionais ou simplesmente uma situação de crise própria da idade (nascimento de um irmão, ingresso na escola, divòrcio, mãe que começa a não prestar o tempo necessário).
Também se viu que essas crianças são, em geral, filhas de pais que também tiveram quadros semelhantes durante a infância e nas próprias crianças são encontradas outras situações de dor crônica como dor de cabeça ou dor abdominal, ou seja, parece haver uma combinação de fatores emocionais associados a uma " tendência" a dor crônica.
Tratamento
A primeira coisa a ser feita é a exclusão de outras possibilidades diagnósticas, principalmente doenças reumatológicas, hematológicas e endocrinológicas, o que é feito durante a consulta e através da avaliação laboratorial.
Depois de confirmado o diagnóstico, é fundamental que se tranqüilize a família, já que se trata de uma patologia benigna e auto limitada, que não trará seqüelas e limitações e que não terá impacto no crescimento da criança.
Durante as crises, mantém-se a conduta de usar analgésicos, frazer massagens e calor.
Não há indicação para limitar a criança em qualquer aspecto: alimentação e atividades físicas estão liberadas e devem, inclusive, ser estimuladas. Devemos retirar o rótulo de "criança doente" e que a família passe a administrar as crises dentro de uma atmosfera de tranqüilidade para a criança.
Concluindo podemos dizer que as dores do crescimento são um diagnóstico de exclusão e que a criança com esta suspeita deve ser adequadamente avaliada pelo ortopedista pediátrico e reumatologista infantil e eventualmente um Osteopata devidamente credenciado.
Fraqueza muscular progressiva: Neuropatia sensorial síndrome de Charcot tipo 4 G
Esta doença provoca fraqueza muscular progressiva com perda da capacidade de locomoção por polineuropatia sensitivo-motora.
A fraqueza muscular está associada a uma variação da síndrome denominada Síndrome de Charcot Marie Tooth tipo 4 G.
fraqueza nas pernas e fraqueza muscular
Trata-se de uma polineuropatia sensitivo-motora desmielinizante CMT periférica, identificada poucas vezes na literatura com poucos casos registrados.
Esta doença também é creditada com o nome de neuropatia sensorial de Russe (HMSNR).
O início dos sintomas de fraqueza muscular ocorre entre 8 e 16 anos de idade com fraqueza distal do membro inferior, seguido pelo envolvimento distal do membro superior, com idade de início mais variável entre 10 e 43 anos.
A perda sensorial também é uma característica proeminente na progressão desta doença.
As velocidades de condução nervosa motora são moderadamente reduzida e o limiar de estimulação elétrica do nervo é aumentado.
Percebe-se na biópsia de nervo revelar uma perda de grandes fibras mielinizadas, redução da espessura da bainha de mielina e profusa atividade regenerativa.
Esta doença de fraqueza muscular é transmitida de forma autossômica recessiva. O gene que causam doenças ainda não foi identificado, mas a análise de ligação e mapeamento de recombinação levaram à identificação de um pequeno intervalo em 10q23.2.
sábado, 6 de outubro de 2012
Melatonina: grande aliada do sono e da manutenção do peso
Dizem alguns que dormir mal faz ganhar peso? Sim! Noites maldormidas desregulam a produção de melatonina, um hormônio que nos ajuda a adormecer e que está diretamente relacionado à qualidade do sono. A falta dela no organismo faz diminuir a liberação de serotonina, um neurotransmissor (seguidamente falarei sobre eles) ligado ao bom humor e ao prazer. Ao sentir falta dela, nosso cérebro pede alimentos açúcarados para repor as energias e compensar a nossa necessidade de prazer. Você já sabe qual é a consequência disso, não?: engordar!
E esta situação pode piorar mais ainda se, além de não dormir como deve ser, você estiver stressada! Aí entra em cena outro hormônio: o cortisol. “O seu excesso está relacionado à compulsão alimentar e o acumulo de gordura na região abdominal”, explicam os nutricionistas.
Bom, assim já deu para perceber como a melatonina é muito importante para regular o sono e nos ajudar a manter o peso. Ela pode ser encontrada em pequenas quantidades em alguns alimentos como cereja, banana, milho, aveia e em plantas como a hortelã e o tomilho.
Alguns nutrientes também aumentam a produção de melatonina, como o ácido fólico (encontrado em vegetais folhosos verde-escuros e gema de ovo) e a vitamina B6 ( esta encontra -se em cereais integrais, oleaginosas e aveia). Os Carboidratos integrais também estimulam a produção do hormônio.
Está pronta para dormir? Então aproveite o final de semana para pôr o sono em dia.
Existem já certos Hipnologos que lhe poderão fazer indução para que a sua noite seja tranquila recorrendo à WebCam ou Video chamada. Pela sugestão Pós hipnótica, depois de voçê despertar da hipnose, em vez de continuar a refugiar-se num comportamento negativo habitual, que a impede de dormir, espontaneamente, surgirá um impulso profundo que lhe dará prazer, e que só com isso lhe dará vontade de dormir
Para isso escolha um profissional devidamente credenciado.
Estou ao seu dispor. Não hesite em contactar-me. Pode faze-lo no meu blog ou telefone: 966583121
email: metanatura@gmail.com
domingo, 30 de setembro de 2012
Chuva de Controvérsias e Dúvidas: o Cancro e o Cão
Cães farejadores ao serviço da medicina
No Estudo realizado por pesquisadores do Hospital Schillerhoehe, na Alemanha, cães farejadores foram capazes de detetar corretamente os tumores de pulmão em 71% dos pacientes. Os resultados sugerem que uma técnica semelhante no futuro possa ser utilizada para detecção com precisão de casos de cranco de pulmão por simples amostras de hálito.
A respiração de pacientes com cancro de pulmão exala substâncias químicas diferentes das amostras de uma respiração normal. O olfato apurado dos cães pode detectar essa diferença em um estágio inicial da doença, afirmou Thorsten Walles,que liderou o estudo publicado na revista European Respiratory Journal, na quinta-feira 18 de agosto deste ano.
A grande maioria dos casos de cancro de pulmão está ligada ao tabagismo, e é o segundo mais comum em homens e mulheres na Europa, provocando mais de 340 mil mortes por ano. Também é a causa mais comum de morte por câncer em todo o mundo.
A doença é de difícil diagnostico no estágio inicial e os cientistas começaram a estudar testes de hálito para possíveis programas de detecção no futuro. A técnica se baseia na identificação de compostos chamados de orgânicos voláteis, ligados à presença do câncer.
Os pesquisadores trabalharam com cães especialmente treinados e com 220 voluntários, incluindo pacientes com cancro de pulmão, doentes com DPOC (doença pulmonar obstrutiva crônica) e pessoas sem problemas pulmonares.
Os resultados mostram que os animais identificaram com sucesso 71 amostras com câncer de pulmão de um total de 100, além de 372 que não tinham a doença de um total de 400.
Os cães também foram capazes de detectar o cancro de pulmão, independente de DPOC e fumo.
O Dr. Walles disse que os resultados confirmam que há um marcador confiável e estável de cancro de pulmão na respiração, mas ainda há muito trabalho para descobrir o que é, pois ainda é preciso identificar com precisão os compostos observados no ar exalado pelos pacientes.
Os farejadores ao serviço da medicina
Continuação da segunda Parte
Pesquisadores da Universidade Kyushu, no Japão publicaram.estudo, na conceituada revista especializada Gut, mostrando que um cão labrador conseguiu detectar um cancro de intestino pelo cheiro do hálito e de amostras de fezes de um paciente sendo que o animal foi capaz de identificar a doença em sua fase inicial.
Outras pesquisas já haviam sugerido que os cães são capazes de farejar o cancro da pele, bexiga, pulmão, ovários e de mama. Acredita-se que a biologia do tumor inclui um cheiro distinto, e vários estudos já usaram cachorros para tentar detectá-los.
No estudo em questão, o labrador Marine, de oito anos, foi apresentado a cinco amostras, uma das quais era de um paciente com câncer e quatro de pessoas saudáveis. Nos testes de hálito o animal detectou a amostra com cancro em 33 de 36 vezes, e com as amostras de fezes, o cachorro acertou 37 das 38 vezes.
Até mesmo o cancro de intestino em estágio inicial foi detectado, sendo que os testes habituais como a colonoscopia e outros mais comuns, tentam identificar pequenas quantidades de sangue nas fezes, diagnosticam apenas um em cada dez casos em estágio inicial.
O coordenador do estudo, Dr. Hideto Sonoda, do Departamento de Cirurgia e Ciências da Escola de Medicina da Kyushu University, diz que é difícil custoso e o tempo necessário para o treinamento do cão pode ser muito longo, para habilitar cachorros em testes de rotina para detectar camcro, mas o estudo poderá levar ao desenvolvimento de sensores eletrônicos no futuro.
O cheiro específico do cancro existe, mas os componentes químicos (que provocam o odor característico) não estão bem definidos. Somente o cão conhece a resposta, segundo o Dr. Sonoda. Portanto é necessário identificar os compostos orgânicos voláteis específicos detectados pelos cães para desenvolver um sensor precoce de cancro, que entretanto ainda vai exigir tempo e novas pesquisas.
Quem é amigo? heh!
Entretanto e em fio de navalha, e porque hoje é Domingo, aqui deixo a sugestão:
DEIXEM DE FUMAR e adoptem um Labrador
Pode recorrer quando desejar e se decidir a fazer CESSAÇÃO TABÁGICA com a ajuda
da PNL da EMDR ou da HIPNOSE CLÍNICA ou HIPNOTERAPIA
contato neste email ou metasaudeblogspot. com
indeferencialmente visite a minha página no Facebook: João De Almeida
A VERDADE
Pensamento de um domingo
Toda a Verdade passa por três fases:
É ridicularizada
É violentamente atacada.
É aceite como evidente
( Schopenhauer)
Toda a Verdade passa por três fases:
É ridicularizada
É violentamente atacada.
É aceite como evidente
( Schopenhauer)
domingo, 15 de julho de 2012
Ansiedade, ataques de pânico e fobias
Ao conduzir, talvez já tenha experimentado a seguinte situação difícil de esquecer: Numa fila de trânsito, sente uma descarga repentina sobre todo o corpo e o coração a palpitar, após uma distracção momentânea, que o levou a uma travagem brusca para evitar a colisão com o veículo da frente, quase colado ao seu
Trata-se de um bom exemplo de um estado de ansiedade normal, visto como uma emoção humana habitual, adequada à sobrevivência, que surge quando estamos perante situações potencialmente ameaçadoras ou difíceis. Permite colocar-nos de sobreaviso perante perigos e torna-nos mais aptos e rápidos a dar resposta e resolver essas situações.
O estado de ansiedade pode também resultar de um problema que se prolonga no tempo, como dificuldades financeiras, a que se dá o nome de “preocupação”. Com frequência, antecipa uma vivência cujo desfecho se gostaria de conhecer, por exemplo, o resultado de um exame.
No entanto, a ansiedade pode ainda surgir como uma emoção pouco diferenciada ou difusa, relacionada com um medo não identificado e, neste caso, é entendida como patológica, particularmente quando demasiado intensa ou frequente, impedindo-nos de levar a cabo as tarefas normais do dia a dia.
Pode também ser despoletada pelo consumo de certas drogas, tais como LSD, anfetaminas, ecstasy, etc… ou até mesmo a cafeína.
Alguns sintomas da ansiedade são as palpitações cardíacas, tremuras, suores ou tonturas, enquanto a angústia, grau mais acentuado da ansiedade, ligada muitas vezes a uma perda real ou antecipada, pode gerar sintomas gástricos ou intestinais, tais como náuseas, vertigens, nó no estômago, diarreia, etc…
Estes sintomas, que provocam uma certa agitação motora, aliados às consequências psicológicas da ansiedade, tais como, tensão emocional, inquietação, apreensão, podem afectar as capacidades individuais para a condução, pois a ocupação mental com as preocupações do indivíduo contribuem para desconcentrá-lo e distraí-lo da tarefa, elevando a probabilidade de acidentes.
Como uma “bola de neve”, o próprio acto de conduzir pode agravar o estado de ansiedade do indivíduo, o que pode traduzir-se em hipervigilância em relação ao meio e a uma condução excessivamente defensiva que, em aglomerados urbanos, é por vezes causa de acidentes.
Quando a ansiedade é muito forte e sem causa aparente, os sentimentos de medo e fortes sintomas físicos no indivíduo, podem fazer surgir, com uma certa autonomia e frequência, os chamados ataques de pânico, ou seja, crises repentinas de ansiedade, em que diversos medos se sobrepõem e auto-agravam, levando ao descontrolo do indivíduo.
Os ataques de pânico sucedem num curto espaço de tempo, normalmente alguns minutos, embora ao próprio pareça interminável, pois é-lhe impossível controlar a ansiedade, deixando-o fraco e exausto.
Os sintomas são os da ansiedade mas muito intensos, salientando-se a taquicardia, sudorese, tremores, dispneia (falta de ar), náuseas, ondas de calor ou frio, parestesias (formigueiros), etc…, nos casos mais graves, despersonalização (perturbação da identidade), sensação de perda de controlo ou morte. Normalmente, após um pico de ansiedade assustador, os sintomas desaparecem por si mesmos e não causam quaisquer danos físicos.
A ocorrência de ataques de pânico pode gerar um ciclo vicioso causado pelo medo de ter medo que provoque mais ataques, tornando-se desorganizadores do comportamento.
A ansiedade e o pânico podem ainda ser acompanhados de sentimentos de depressão, falta de apetite e ausência de perspectivas de futuro.
As fobias, que também podem gerar o pânico, consistem em emoções de medo irracional específico em relação a certas situações, pessoas ou objectos que, para a maioria, não são considerados perigosos. Normalmente, a pessoa com fobia tem consciência que o seu medo é irracional mas não consegue evitá-lo.
Todos passámos por situações em que sentimos medo, por exemplo, de alturas, de aranhas, de cães, etc... No entanto, normalmente, esses medos não interferem em demasia com as nossas vidas. Só quando existe um medo que se manifesta excessivamente e altera significativamente o nosso dia a dia é que podemos considerar tratar-se de uma verdadeira fobia.
O medo resulta de uma resposta súbita a uma ameaça. Sente-se a nível céfalo-cervical, causando olhos arregalados, palidez, falta de ar, etc…
Ligado à ansiedade, o medo também pode ser útil, uma vez que contribui para nos proteger de situações potencialmente perigosas, avisando e capacitando-nos para resolver rapidamente o problema.
Existem variadíssimos objectos aos quais o indivíduo pode responder com fobias, pelo que também estão classificadas imensas fobias. O indivíduo com fobia tende a evitar o confronto com a situação fóbica para não potenciar a ocorrência de emoções que lhe gerem mau-estar. No entanto, são os próprios actos de fuga que mantêm os medos irracionais. Por exemplo, foge-se de estar perante outras pessoas (fobia social), de espaços abertos (agorafobia), de espaços fechados (claustrofobia), de animais (zoofobia), do mar (talassofobia), etc…
Em geral, as fobias provocam arritmias cardíacas, sudação, tensão ou dores musculares, respiração ofegante, tonturas, sensação de desmaio, indigestão, diarreia, etc… Psicologicamente, provocam sintomas de ansiedade, tais como, preocupação constante, cansaço, incapacidade de concentração, irritação, nervosismo, dificuldades do sono, etc…
Estes sintomas apenas surgem perante as situações particulares que causam fobia no indivíduo e não noutras. Por exemplo, se uma pessoa tiver fobia de gatos, sentir-se-á bem desde que não existam gatos por perto, se a fobia se relacionar com o medo de andar de avião, se viajar de outro modo, não sentirá angústia, se a fobia for social, só se sentirá segura quando não estiver perante muita gente.
Dependendo da predisposição dos indivíduos, as fobias podem desencadear sentimentos depressivos, já que a fuga persistente de situações fóbicas poderá determinar um maior isolamento do indivíduo. Podem ainda causar a dependência de substâncias como o álcool, drogas ou tranquilizantes, que constituem formas que o indivíduo encontra de lidar melhor com as fobias.
Uma fobia muito particular
A amaxofobia caracteriza-se pelo medo de se encontrar ou viajar dentro de qualquer veículo de transporte, o que implica o movimento. Afecta diferentes modos de viajar e inclui o medo de conduzir.
É evidente que a condução automóvel requer muita prudência por parte do condutor, mas quando o receio toma proporções exageradas, pode desencadear emoções negativas que levam a um tal estado de tensão que prejudica a condução, falando-se, nesse caso, deste tipo de fobia, a qual pode limitar consideravelmente o dia-a-dia do indivíduo.
A amaxofobia pode estar relacionada com a agorafobia, que surge quando a pessoa se encontra em locais ou situações difíceis de escapar ou recorrer a auxílio, o que pode incluir viajar de automóvel.
Em princípio, a amaxofobia afecta mais mulheres do que homens para o que também pode contribuir uma maior facilidade das mulheres admitirem o problema e procurarem ajuda.
Há pessoas que sofrem desta fobia ainda antes de se habilitarem à carta de condução e poderão passar por processos de formação demasiado morosos, com muitas reprovações, em especial, na parte prática.
Há diferentes graus da fobia mais ou menos graves, desde a que não impede o indivíduo de conduzir mas causa limitações consideráveis ou falta de capacidades para a condução, até pessoas que não são sequer capazes de se imaginar ao volante. Na sua forma mais grave, o medo pode ser paralisante e provocar angústia.
No caso de amaxofobia que não impede de conduzir, os condutores podem sentir medo apenas em algumas circunstâncias específicas da condução ou do ambiente rodoviário, tais como, condições climatéricas (condução com chuva ou de noite), tipo de via (condução em vias desconhecidas, em auto-estradas ou na cidade), contingências da via (pontes ou túneis), fluidez do trânsito (demasiado intenso), etc…
As sensações que provoca passam por stress, ansiedade, incluindo angústia, antes e durante a condução, dificuldades de dormir, suor das mãos, tremores, dores de estômago, taquicardia, ideias negativas, irracionais, visualização de acidentes, etc..., o que leva a um acumular de sensações negativas, que fazem com que a pessoa conduza sob tensão e medo.
As causas da amaxofobia são variadas, mas podem destacar-se os acidentes rodoviários, vividos pelo próprio ou presenciados que, mesmo não tendo causado danos físicos ao indivíduo, podem desencadeaum trauma susceptível de o limitar na tarefa da condução.
A descoberta das limitações humanas, da responsabilidade mas, ao mesmo tempo, da impossibilidade de controlo de certas situações ao volante, estão na base de sentimentos de insegurança e vulnerabilidade gerados por acidentes.
Também a forma de conduzir dos restantes condutores, ou seja, a inserção no ambiente rodoviário, muitas vezes relacionada com sensação de insegurança, pode provocar tensão que leva a este tipo de fobia.
Podem salientar-se outras causas, tais como:
• Ingestão de álcool em simultâneo com a condução;
• Sensação de falta de aptidão ou capacidades ao volante;
• Sensação de vulnerabilidade física, emocional ou psicológica para levar a cargo a tarefa;
• Baixa auto-estima, por vezes, sob a influência de um familiar dominante que causou ansiedade quanto à tarefa da condução;
• Pouca experiência de condução;
• Peso da responsabilidade de transportar passageiros, particularmente os vulneráveis, tais como crianças, etc...
Tal como na generalidade das fobias, as soluções adoptadas pelos condutores que sofrem de amaxofobia, passam por esquivar-se às circunstâncias que originam os seus medos ou controlar variáveis possíveis de controlo, por exemplo, conduzir apenas de dia ou aos fins-de-semana ou apenas com boas condições atmosféricas, utilizar transportes públicos ou boleias, evitar filas ou trânsito congestionado, conduzir apenas em determinados tipos de vias, etc...
Outras fobias capazes de limitar a condução
Relacionadas ou não com a amaxofobia, podem salientar-se algumas fobias que resultam em medos que podem ter implicações para a condução:
Relacionadas com condições atmosféricas adversas ou do ritmo diurno:
•Nictofobia - medo da escuridão ou da noite;
•Selenofobia - medo da lua;
•Siderofobia - medo de estrelas;
•Aerofobia - medo de ventos, engolir ar ou aspirar substâncias tóxicas;
•Ancraofobia - medo de correntes de ar ;
•Lilapsofobia - medo de furacões;
•Astrofobia - medo de trovões e relâmpagos;
•Criofobia - medo de frio intenso, gelo ou congelamento;
•Hadefobia - medo do Inverno;
•Nebulafobia - medo de neblina;
•Nefofobia - medo de nevoeiros;
•Ombrofobia - medo de chuva;
•Antlofobia - medo exagerado de enchentes ou inundações;
•Quionofobia - medo de neve;
•Fengofobia - medo da luz do dia ou nascer do sol;
•Fotofobia - medo de luz;
•Heliofobia - medo do sol;
•Uranofobia - medo do céu.
Relacionados com capacidades do indivíduo para a condução:
•Acrofobia - medo de lugares altos;
•Agorafobia - medo de lugares abertos, de estar na multidão, em lugares públicos ou de deixar lugares seguros;
•Claustrofobia - medo de espaços confinados ou lugares fechados;
•Cleitrofobia - medo de ficar trancado em lugares fechados;
•Agirofobia - medo de ruas ou cruzamento de ruas;
•Hodofobia - medo de atravessar estradas;
•Estenofobia - medo de lugares ou coisas estreitas;
•Gefirofobia - medo de cruzar pontes;
•Cromatofobia - medo de cores;
•Eritrofobia - medo de luz vermelha ou do vermelho;
•xantofobia – medo da cor amarela ou de objectos de cor amarela;
•Fotoaugliafobia - medo de luzes muito brilhantes;
•Dendrofobia - medo de árvores;
•Escopofobia - medo de estar a ser olhado.
Relacionados com capacidades do indivíduo para a condução: •Amnesifobia - medo de perder a memória;
•Astenofobia - medo de desmaiar ou ter fraqueza;
•Copofobia - medo da fadiga;
•Diplofobia - medo de visão dupla;
•Escotomafobia - medo de cegueira.
Outras relacionadas directamente com a condução:
•Cinesofobia - medo de movimento;
•Tacofobia - medo de velocidade;
•Quifofobia - medo de parar;
•Cronofobia - medo do tempo;
•Distiquifobia - medo de acidentes;
•Ligirofobia - medo de barulhos;
•Motorfobia - medo de automóveis;
•Ocofobia - medo de veículos;
•Simbolofobia - medo de símbolos.
Tratamento da amaxofobia e de outras fobias em geralUm certo nível de amaxofobia existe de forma controlada e consciente em cada um de nós e é até saudável, pois temos de admitir que a condução é uma actividade perigosa. No entanto, se a nossa mente estiver bem organizada e treinada em relação à ansiedade ou à angústia, o medo acaba por ser dominado frente à necessidade ou vontade de conduzirmos.
Quando, pelo contrário, não é possível ao indivíduo, por si só, dominar o medo, limitando a condução, deve recorrer a uma consulta psicológica da especialidade, já que habitualmente a fobia tem cura.
As pessoas que sofrem de amaxofobia, bem como de outras fobias em geral, são muitas vezes incompreendidas e têm bastante dificuldade em explicar os motivos do que sentem. Também costumam ter relutância em procurar ajuda, pois, por vezes, pensam que mais ninguém tem esse medo ou que o seu problema não tem solução.
A fobia em si não constitui uma perturbação psíquica grave, o problema é que, muitas vezes, surge como um sintoma ou manifestação de uma doença e aí os casos clínicos poderão ser mais complicados e exigir o tratamento da doença em vez dos sintomas.
No caso da amaxofobia resultar de agorafobia (fobia de espaços abertos) há que investigar e tratar as possíveis causas desta última fobia.
Se existir um episódio na vida da pessoa que desencadeou a fobia, tal como um acidente de viação, o que é frequente, o tratamento poderá ter efeito rapidamente, pois é conhecida a causa, a qual pode ser trabalhada na mente do sujeito.
A Hipnose Clínica e a psicoterapia (comportamental) passa por ajudar o paciente a conhecer, verbalizar e reconhecer o absurdo do medo, controlando-o, sem entrar em pânico.
A técnica básica da psicoterapia das fobias em geral consiste em expor gradualmente o paciente à situação que lhe causa medo, de modo a enfraquecê-lo e superá-lo.
No caso da amaxofobia, pode iniciar-se o tratamento com sessões nas quais o paciente apenas inicia a marcha do veículo. No passo seguinte, estimula-se a pessoa a conduzir perto da sua casa. As distâncias dos passeios vão sendo progressivamente aumentadas, até que se sinta segura para conduzir normalmente.
Se a fobia desencadeou uma depressão, dependência de substâncias ou de medicamentos, há que recorrer a tratamentos especializados, para além dos relativos à fobia.
O que fazer perante um ataque de pânico na condução?
Como vimos, os ataques de pânico geram-se a partir de uma ansiedade intensa ou mesmo patológica, muitas vezes, em resultado de fobias.
Existem alguns meios de evitar a ocorrência de ataques de pânico, já que no meio de um é mais difícil controlá-lo, tais como:
• Aprender uma técnica de descontracção corporal e mental;
• Estar consciente que, mesmo perante crises de ansiedade ou pânicos, nada de mal acontece ou se modifica;
• Aprender a distrair-se perante pensamentos causadores de ansiedade, deslocando-os para diferentes ideias, tais como, concentrarmo-nos nos pormenores que nos rodeiam, no caso de ocorrer durante a condução, por exemplo, contar os automóveis de determinada cor ou marca que circulem em sentido contrário;
• Se for possível, parar o veículo para organizar as ideias.
Se não conseguirmos evitar o aparecimento de um ataque de pânico, o próprio fenómeno leva habitualmente a que a pessoa tenha que sair imediatamente da situação e contexto em que se encontra, no entanto, deve tentar enfrentar a crise e resistir à fuga e ainda:
• Aprender a esperar, já que um ataque de pânico passa muito rapidamente, dissipando-se o medo que ele provoca;
• Concentrar-se na respiração, inspirando e expirando devagar e profundamente, o que contribui para melhorar os sentimentos de ansiedade;
• Terminada a crise, continuar a actividade que se estava a realizar, inclusive a condução.
Pode utlizar a EMDR e a PNL também. Ambas propõem estupendos resultados.
LIGUE para : 966583121 - 919136171
terça-feira, 12 de junho de 2012
ALERGIAS
Alergias ao Pólen
O que é o Pólen?
O grão de pólen é a célula masculina necessária para a propagação da semente das plantas. É produzido por uma planta e depois transportado por um insecto ou pelo vento para polinizar (fertilizar) outra. São partículas de tamanho muito reduzido (em média de 0,016 a 0,060 mm), como se fosse um pó, geralmente invisíveis a olho nu e provenientes de gramíneas, ervas daninhas, árvores e flores. Apesar da imensa variedade de vegetais existente, apenas cerca de 10% das espécies existentes são incriminadas como fontes de alergia. Ao contrário do que se possa pensar, os grãos de pólen das espécies que têm flores e folhas vistosas, como as rosas, os crisântemos e outras, são os que menos causam problemas alérgicos. Isto porque são pesados, grandes, quase só transportáveis por insectos, como a abelha, de quem, aliás, dependem para a sua reprodução. Só nas pessoas que lidam muito de perto com eles, como os jardineiros e as floristas, é que podemos vir a encontrar alergias a este tipo de pólens. Os grandes responsáveis pelas alergias são das espécies das gramíneas, ervas daninhas e árvores, as quais obedecem a determinadas características: produzem enormes quantidades de grãos de pólen e estes são leves, facilitando o seu transporte pelo vento, através do qual é feita a sua reprodução, e suficientemente pequenos para poderem penetrar no nosso aparelho respiratório. O transporte dos pólens pode fazer-se até grandes distâncias, como 100 Km, mas habitualmente, a maioria provem de plantas que estão situadas até 1 Km do local em que se encontra o doente. Através de aparelhos e técnicas apropriados é possível fazer contagens de pólens ao longo do ano e com periodicidade variável, que permitem elaborar calendários polínicos. É também possível fazer previsões da "chuva" polínica para os dias imediatos. As contagens avaliam a quantidade de grãos de pólen que existem num metro cúbico de ar. Uma contagem inferior a 50 é considerada baixa e uma superior a 200 é muito alta. Em Portugal, já foram elaborados calendários polínicos em várias regiões e as espécies mais vulgarmente implicadas são as gramíneas ("ervas rasteiras", a que pertencem os fenos e os cereais), as ervas daninhas (parietária e plantago) e, numa pequena percentagem dos doentes, as árvores (oliveira, plátano, bétula, cipreste, etc.).
Conselhos práticos aos alérgicos ao pólen
QUAL É A ÉPOCA DOS PÓLENS?
A quantidade de grãos de pólen na atmosfera varia de acordo com as condições atmosféricas, ao longo do dia e durante o ano.
CALENDÁRIO ANUAL:
Existem períodos, mais ou menos constantes de ano para ano, em que a quantidade de pólens na atmosfera é maior, em relação com os ciclos de vida das espécies mais implicadas no desencadeamento das alergias. Verifica-se um pico nos meses de Maio e Junho.
CONDIÇÕES ATMOSFÉRICAS:
Nos dias quentes com sol e vento há maior quantidade - PIOR PARA O DOENTE
Nos dias com chuva (os pólens são arrastados para o chão) há menor quantidade - MELHOR PARA O DOENTE
AO LONGO DO DIA:
Os pólens produzidos pelas plantas e árvores são levados para a atmosfera pelas correntes de ar quente e, portanto, as contagens polínicas sobem atingindo um valor máximo próximo do meio-dia ou princípio da tarde. O ar começa então a arrefecer e os grãos de pólen descem para o chão. Daí que, para os doentes alérgicos, o início da manhã e o fim da tarde/noite sejam as melhores horas do dia para andarem ao ar livre.
CONSELHOS PRÁTICOS PARA A ÉPOCA RICA EM PÓLENS
EVITE:
Cortar relva;
Andar de motorizada, mas se tiver de o fazer deve-se proteger os olhos, a boca e o nariz;
Dormir com as janelas abertas;
Caminhar em grandes espaços relvados;
Sair de casa em dias com vento forte e/ou quente e seco;
Secar a roupa ao ar livre (pode trazer pólens agarrados)
DURANTE OS DIAS DE FÉRIAS E/OU LAZER, DEVE SABER ESCOLHER ONDE E COMO ...:
Longe do campo e montanha;
Não fazer campismo nem piqueniques;
Evitar caçar ou pescar (obs.: Se escolher estes locais ou actividades, deve fazê-lo FORA DA ESTAÇÃO POLÍNICA !)
Preferir férias na praia, onde a brisa marítima mantém o ar mais livre de pólens, ou escolher um local onde sabe não haver predomínio dos pólens a que é sensível.
NÃO SE ESQUECER DE:
Manter as janelas de casa fechadas, pelo menos nos dias piores (atmosfera cheia de pólens!) e ao fim do dia quando ao chegar a casa;
Ao viajar de carro ou de comboio, manter sempre as janelas fechadas;
Se puder, deve ter o carro equipado com sistema de ventilação equipado com filtros para pólens;
Usar óculos "escuros" (com 100% de filtração das radiações ultravioletas), quando andar na rua ou de carro;
.Mudar de roupa ao chegar a casa se esteve ao ar livre num dia suspeito de haver grande densidade polínica.
Alergias a Ácaros
O que são Ácaros?
Os ácaros do pó são parentes microscópicos das aranhas e encontram-se em todas as casas, mesmo nas mais cuidadosamente limpas. Eles desenvolvem-se com temperaturas mornas, particularmente nos materiais da casa (colchões, almofadas, cobertores) e nas alcatifas. Alimentam-se de pêlos, cabelos, escamas de pele, bolores e outros produtos orgânicos. Sendo a cama o local onde se encontra maior concentração de ácaros e uma vez que um terço das nossas vidas é passado nela, é fácil de entender como estes pequenos animais podem ser agressivos para o homem.
Os Ácaros incomodam-nos ao longo de todo o ano. Mas fazem-no ainda mais a partir de Outubro e durante todo o Inverno (meses húmidos). A estratégia de combate será fazê-Io incidir primariamente no quarto de dormir e depois, tanto quanto possível, no resto da casa, de modo a expulsar estes hóspedes que não interessam a ninguém.
PARA UM QUARTO DE DORMIR LIVRE DE ÁCARO
CHÃO: Sem alcatifas, sem tapetes grossos e de preferência soalho de tacos ou vinil, facilmente lavável;
PAREDES lisas e facilmente laváveis;
CORTINAS: Não usar reposteiros pesados e preferir cortinas em materiais sintéticos, lisas e facilmente laváveis;
MÓVEIS: Não possuir móveis que acumulem pó; Preferir móveis de superfícies lisas, pouco trabalhados, fáceis de limpar; Evitar aparelhagens de música ou de TV, computadores e consolas de jogos, como outro tipo e aparelhos no quarto; Não guardar no quarto livros, discos e brinquedos que acumulem pó, como bonecos tipo peluche. Estes objectos devem estar devidamente acondicionados, dentro de armários ou gavetas.
ROUPA DE CAMA
REGRA: optar pelo material de cama sintético (poliéster). É preferível que o de lã, algodão ou de penas.
Preferir almofada de espuma ou outro material sintético, lavável;
Preferir colchão de espuma ou borracha sintética e sem" duas faces" ou então envolvê-lo numa capa de plástico ou fibra impermeável;
Existem actualmente à venda nas farmácias coberturas de protecção apropriadas para colchões, almofadas, e edredões de material especial microporoso, que não permite a passagem dos ácaros, que se têm revelado a medida mais eficaz na evicção do seu contacto na cama;
Evitar usar lençóis de flanela;
Evitar usar cobertores "felpudos", ou então usar por cima destes, colchas lisas e facilmente laváveis;
Preferir cobertores de fibra, edredões sintéticos e laváveis, nunca usar edredões de penas.
O GUIA DE LIMPEZA
AO LEVANTAR: Não fazer logo a cama. Deixar a cama a arejar e o quarto exposto ao sol, fresco e seco.
PELO MENOS UMA OU DUAS VEZES POR SEMANA: Mudar os lençóis e as fronhas; "Bater" e arejar a roupa da cama; Aspirar o quarto, principalmente o soalho, o colchão e o estrado onde este assenta
COM FREQUÊNCIA: Lavar os materiais do quarto, designadamente os cobertores, tapetes e cortinas. As coberturas anti-ácaros exigem cuidados especiais, devendo seguir-se à risca as instruções dos respectivos fabricantes.
NOTAS:
Deve evitar ser o próprio a limpar, mas se tiver de o fazer deve utilizar uma máscara de protecção e prefir os aspiradores que possuem um filtro especial, chamado HEPA;
Ao lavar a roupa da cama na máquina de lavar deve usar o programa mais quente ( >60º C), pois só com estas temperaturas os ácaros são mortos;
O uso de acaricidas ( substâncias químicas que matam os ácaros) pode ser útil em alguns casos, como um complemento à limpeza, não substituindo contudo os cuidados que já foram referidos;
O uso de aparelhos de filtração e purificação do ar por si só, sem as outras medidas, não é eficaz;
Mudar de almofadas cada dois a três anos.
NO RESTO DA CASA
Aspirar, se possível diariamente, toda a casa, sobretudo o chão, sofás, almofadas. etc. Conservar o mobiliário o mais limpo possível;
O DESUMIDIFICADOR é útil para controlar a humidade ( reduzindo o crescimento de ácaros e bolores) mas aplicável a um só compartimento , não dando para toda a casa;
Também o ar condicionado tem o seu papel ( manter a humidade relativa e temperatura adequadas ao crescimento dos ácaros) desde que bem escolhido e cumprindo com rigor as suas instruções técnicas (ex. mudar o filtro) .É preciso ter em conta que as mudanças bruscas de temperatura e humidade podem ser prejudiciais.
EVITAR EM CASA
Fumo de cigarros;
Tudo o que seja aerossóis, (tipo spray) ;
Animais domésticos no interior de casa/quarto. Mesmo que o doente não seja alérgico aos pêlos dos animais, estes não devem ser consentidos na sua habitação, porque facilitam o desenvolvimento de ácaros;
Produtos de limpeza ou outros, com cheiros intensos;
Controlar as baratas! No nosso país, as baratas podem ser um visitante indesejável a nossas casas, pois têm ganho importância como factor alérgico. Como as baratas para sobreviverem, necessitam de água e de altos níveis de humidade, mantenha a sua casa (sobretudo a cozinha) limpa e seca, vedando as zonas por onde elas possam entrar, e sem restos de comida e lixo à vista, para não terem com que se alimentar.
terça-feira, 5 de junho de 2012
A CURA É UM PROCESSO NATURAL .
ARNOLD EHRET
O professor Arnold Ehret, foi o criador do sistema de cura – Dieta Amucosa. Nasceu a 27 de julho de 1866, em Freiburg. Apesar de não possuir uma licenciatura em medicina, parece que estava destinado a realizar a sua missão como medico.
Estamos a falar no período final de 1800 para 1900, quando a classe médica utilizava o mercúrio para curar doenças, baseando-se nas teorias de Pasteur, de que o micróbio era a causa. Foi-lhe declarado uma doença incurável. Os médicos da época deram-lhe uma sentença de morte, mas como há males que vêm por bem, este prognóstico fez despertar o seu espirito indomável, que acabou por ser uma característica marcante deste homem maravilhoso.
Sua determinação em curar-se foi tão bem sucedida, que muitos outros sofredores o obrigaram a ajuda-los a recuperar a saúde. Desmascarar as causas da doença Ehret estava interessado em desmascarar as causas da doença, para isso foi estudar para Berlim, mais tarde abriu uma clinica na Suíça.
O seu grande conhecimento prático sobre Saúde, ele adquiriu em contato direto com milhares de pessoas que se recuperaram nesta clinica na Suíça, muitas delas chamadas de doenças incuráveis. A forma como levava o seu trabalho, demonstrava que não prevalecia interesses económicos, além disso a sua vida extremamente frugal não lhe exigia grandes preocupações financeiras. Arnold Ehret era Vegan e defendia os direitos dos animais
O que é o sistema de cura - Dieta Amucosa?
Em primeiro lugar é importante perceber - o que é um sistema? Um sistema é uma serie de procedimentos ou métodos para realizar certas ações que conduzem a um resultado preciso.
O que é a Cura? Neste caso, o resultado desejado é a Cura. E cura NÃO é unicamente o estabelecimento de saúde através do desaparecimento de sintomas.
Uma pessoa tem dor nas costas, o médico administra-lhe analgésicos anti-inflamatórios, e a dor vai embora. É normal que volte aparecer numa próxima vez e outra mais, tornando a situação cronica. A definição de Cura que pertence ao entendimento da Dieta Amucosa de Ehret é a seguinte:
A cura é um processo natural, onde o corpo se equilibra. O objetivo da dieta é ajudar o corpo a reparar-se e gradualmente ir removendo todos os obstáculos, como os depósitos de material fermentado, toxinas, venenos, produtos químicos, mucos e tudo aquilo que não pertence à composição natural do corpo. Micróbios, bactérias ou vírus, o que você quiser chamar, não vão crescer num solo limpo fisiologicamente, podem passar "umas férias", mas não vão gostar, vão embora. Erhet, achava que os humanos na época (imagino se ele visse as nossas despensas e frigoríficos nos dias de hoje) tinham uma dieta que criava muco. Neste caso, muco é um termo com um sentido mais alargado do que simplesmente uma secreção nasal ou a secreção da membrana protetora intestinal. Muco, é uma substância na maior parte das vezes pegajosa, tipo catarro, colesterol, pus, etc… sempre que existe uma inflamação, seja em que local do corpo, existe sempre muco.
Sempre que se desenvolve uma …ite ou uma…ose é porque no local existe condições mucosas para que isso suceda.
É interessante verificar, que Ereth não é o único a falar em muco, a Medicina Tradicional Chinesa à 5000 anos que fala em mucosidade e vai mais longe diferenciando-a em vários tipos, como mucosidade-calor, mucosidade-frio, etc… Resumindo, toda a “Cura” que ele restabelecia era assente na ideia de que por trás de todos os problemas, a causa de todas as mucosidades era UM CORPO INTOXICADO.
Se estava intoxicado, tinha “coisas” que bloqueavam os circuitos normais, assim como as suas funções, além de trazer sintomas desagradáveis e dolorosos. A sua principal e única “receita” era a DESINTOXICAÇÃO.
ARNOLD EHRET
O professor Arnold Ehret, foi o criador do sistema de cura – Dieta Amucosa. Nasceu a 27 de julho de 1866, em Freiburg. Apesar de não possuir uma licenciatura em medicina, parece que estava destinado a realizar a sua missão como medico.
Estamos a falar no período final de 1800 para 1900, quando a classe médica utilizava o mercúrio para curar doenças, baseando-se nas teorias de Pasteur, de que o micróbio era a causa. Foi-lhe declarado uma doença incurável. Os médicos da época deram-lhe uma sentença de morte, mas como há males que vêm por bem, este prognóstico fez despertar o seu espirito indomável, que acabou por ser uma característica marcante deste homem maravilhoso.
Sua determinação em curar-se foi tão bem sucedida, que muitos outros sofredores o obrigaram a ajuda-los a recuperar a saúde. Desmascarar as causas da doença Ehret estava interessado em desmascarar as causas da doença, para isso foi estudar para Berlim, mais tarde abriu uma clinica na Suíça.
O seu grande conhecimento prático sobre Saúde, ele adquiriu em contato direto com milhares de pessoas que se recuperaram nesta clinica na Suíça, muitas delas chamadas de doenças incuráveis. A forma como levava o seu trabalho, demonstrava que não prevalecia interesses económicos, além disso a sua vida extremamente frugal não lhe exigia grandes preocupações financeiras. Arnold Ehret era Vegan e defendia os direitos dos animais
O que é o sistema de cura - Dieta Amucosa?
Em primeiro lugar é importante perceber - o que é um sistema? Um sistema é uma serie de procedimentos ou métodos para realizar certas ações que conduzem a um resultado preciso.
O que é a Cura? Neste caso, o resultado desejado é a Cura. E cura NÃO é unicamente o estabelecimento de saúde através do desaparecimento de sintomas.
Uma pessoa tem dor nas costas, o médico administra-lhe analgésicos anti-inflamatórios, e a dor vai embora. É normal que volte aparecer numa próxima vez e outra mais, tornando a situação cronica. A definição de Cura que pertence ao entendimento da Dieta Amucosa de Ehret é a seguinte:
A cura é um processo natural, onde o corpo se equilibra. O objetivo da dieta é ajudar o corpo a reparar-se e gradualmente ir removendo todos os obstáculos, como os depósitos de material fermentado, toxinas, venenos, produtos químicos, mucos e tudo aquilo que não pertence à composição natural do corpo. Micróbios, bactérias ou vírus, o que você quiser chamar, não vão crescer num solo limpo fisiologicamente, podem passar "umas férias", mas não vão gostar, vão embora. Erhet, achava que os humanos na época (imagino se ele visse as nossas despensas e frigoríficos nos dias de hoje) tinham uma dieta que criava muco. Neste caso, muco é um termo com um sentido mais alargado do que simplesmente uma secreção nasal ou a secreção da membrana protetora intestinal. Muco, é uma substância na maior parte das vezes pegajosa, tipo catarro, colesterol, pus, etc… sempre que existe uma inflamação, seja em que local do corpo, existe sempre muco.
Sempre que se desenvolve uma …ite ou uma…ose é porque no local existe condições mucosas para que isso suceda.
É interessante verificar, que Ereth não é o único a falar em muco, a Medicina Tradicional Chinesa à 5000 anos que fala em mucosidade e vai mais longe diferenciando-a em vários tipos, como mucosidade-calor, mucosidade-frio, etc… Resumindo, toda a “Cura” que ele restabelecia era assente na ideia de que por trás de todos os problemas, a causa de todas as mucosidades era UM CORPO INTOXICADO.
Se estava intoxicado, tinha “coisas” que bloqueavam os circuitos normais, assim como as suas funções, além de trazer sintomas desagradáveis e dolorosos. A sua principal e única “receita” era a DESINTOXICAÇÃO.
sábado, 26 de maio de 2012
PNL
Da incompetência inconsciente para competência inconsciente
Quando você começou a dirigir, quero dizer, quando nós começamos a conduzir, tudo parecia muito difícil. Precisávamos colocar um pé na embraiagem, outro no acelerador, trocar de velocidade com uma das mãos enquanto que a outra ficava no volante. Ah, também precisávamos dar o sinal para virar à direita ou esquerda, parar o veículo na subida sem deixar que ele descaísse porque um carro buzinava atrás com medo de nosso deslize. O passageiro queria conversar e o pior, corrigia cada manobra que fazíamos. Pior ainda, nenhuma ação parecia ser naturalmente executada.
Cenas horríveis que não gostaríamos de recordar pois sugestionam incompetência total! E, provavelmente, era isto mesmo!
Mas, calma! Durante o aprendizado de qualquer competência, habilidade, matéria, técnica ou comportamento desejado há quatro níveis de aprendizado que precisam ser suplantados para o alcance do objetivo final.
NÍVEL 1 – INCOMPETÊNCIA INCONSCIENTE
Durante este estágio nós simplesmente desconhecemos a existência daquilo que precisa ser aprendido e aplicado. É o estado de ignorância total.
NÍVEL 2 – INCOMPETÊNCIA CONSCIENTE
Durante este nível, progredimos do estado de não estamos conscientes de nossas falhas ao estado de tomarmos conhecimento delas. Quando estamos aprendendo a conduzir e somos apenas acompanhantes do motorista, não deixamos de perceber cada ação deste; contudo, não conseguimos reproduzi-las com igual habilidade.
Muitas pessoas interrompem o seu crescimento pessoal neste estado. Sabem que aspectos do seu comportamento são improdutivos e o que poderiam mudar para melhorá-los, entretanto enganam-se pensando que somente o fato de terem adquirido consciência das falhas é tudo!
NÍVEL 3 – COMPETÊNCIA CONSCIENTE
Pessoas que amadurecem e atingem o nível 3 de um determinado aprendizado já exercitam os novos tipos de comportamento, mas ainda precisam raciocinar para que eles saiam satisfeitos. Conseqüentemente, ainda possuem dificuldades para execução das novas tarefas, por exemplo.
Neste estágio, muitas inseguranças afloram porque ainda não compreendemos totalmente o porquê de nossas atitudes. Relembrando a aprendizagem de conduzir , quando alguém provoca uma colisão no seu veículo e recebe críticas exageradas, provavelmente terá grande dificuldade para superar seus medos e reiniciar de novo. Estas pessoas geralmente dizem que “não nasceram para conduzir”, que “isto só acontece comigo” ou coisa parecida.
Sem dúvida alguma, é o nível de aprendizado mais longo e também mais difícil. Se não houver se superar, o comodismo poderá assumir o controle criando situações de incômodo que procuram convencê-lo de que as técnicas, no seu caso, não funcionam.
NÍVEL 4 – COMPETÊNCIA INCONSCIENTE
Grau que reflete o desempenho correto, elaborado. A esta altura, substituímos velhos hábitos por novos, quebramos paradigmas obsoletos e podemos dizer que aprendemos verdadeiramente. Fazemos todas as etapas do processo de “olhos fechados”, pois as mesmas já estão instaladas em nosso subconsciente.
Estado em que as dificuldades ao volante foram superadas, é claro. Aliás, além de fazer tudo o que citamos anteriormente, ainda cantamos o último sucesso da rádio predileta.
Conclindo
E qual a diferença mais significativa entre todos os níveis de aprendizado?
A percepção. O que você percebe faz toda diferença.
Por isto, procure estar sempre aberto a todo tipo de aprendizado e reflita sobre qual nível de aprendizado melhor se encaixa nos vários papéis que desempenha, tanto profissionalmente quanto em sua vida pessoal.
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