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atinja a sua meta... de forma natural!
sexta-feira, 23 de junho de 2017
sábado, 8 de abril de 2017
Desparasitar naturalmente o seu companheiro
http://caes.topartigos.com/tratamento-natural-para-a-infestacao-do-cao.html
quinta-feira, 30 de julho de 2015
DICA de Verão: Alergias ao sol
Definição de Alergia Solar
A alergia ao sol
é uma reacção do sistema imunológico à exposição da pele à luz solar. É por alguns
também chamado de erupção cutânea foto alérgica ou foto alergia e foto dermatose.
Estima-se que 5 a 10% das pessoas
sofrem de alergia ao sol. Esta doença afecta principalmente as mulheres,
sendo que 95% são jovens de 20 a 35 anos.
Causas
Alergia em Geral
Os processos alérgicos, muitas vezes
ocorrem em duas etapas. O primeiro contacto com o alérgeno, ou
sensibilização, as células específicas produzem anticorpos, tais como
IgE. A segunda exposição provoca a liberação de substâncias como a
histamina, que causam diversas reacções inflamatórias, como a alergia.
Note que, a resposta do organismo
contra uma determinada reatogenicidade varia de um indivíduo para o
outro. Os sinais mais graves podem aparecer de repente, é a
hipersensibilidade imediata. Por outro lado, a hipersensibilidade
tardia, menos ofensiva, aparece mais tarde.
Essa é uma definição ampla de
alergia. Alguns especialistas acreditam que este mecanismo é repetido
para cada insolação, o paciente se torna mais sensível e mais lesões se
intensificarão.
Outros médicos pensam que na
verdade não é realmente uma alergia ao sol, mas sim uma forma de dor
muscular causada pelo sol. Falar de “alergia ao sol” é no entanto um equívoco,
porque não foi provado que o sol é realmente o alérgeno.
Assim, a origem exacta da alergia ainda parece
pouco clara, mas os cientistas incriminam os raios ultravioletas A
(UVA) que penetram mais profundamente do que os raios UVB na pele.
O raio de sol pode resultar em alergia, mesmo que através de uma janela, um para-brisas ou um guarda-sol, antes de chegar à superfície da pele.
Outras causas de alergia : Fotoalergia
Durante a exposição ao sol, as pessoas que tomam antibióticos podem ter uma fotossensibilidade ou fotossensibilização.
O mesmo vale para alguns medicamentos contra a diabetes, hipertensão, epilepsia, depressão e para alguns tipos de câncer.
E o mesmo também para o uso de algumas plantas como a erva de São João (mas somente em altas doses), aipo, limão, sumo de figo e Branca ursina.
Quanto aos produtos cosméticos,
substâncias odoríferas, leite, loções ou cremes com ou sem perfume
também provaram serem fotossensibilizantes. O risco aumenta
especialmente entre os jovens com pele oleosa.
Sintomas
A urticária solar é raramente
vista.
Ela ocorre em poucos minutos de contacto com o sol, surgindo uma
placa rosácea, elevada sobre a pele. Estes sinais lembram a picada de um
mosquito. A lesão pode atingir todo o corpo, principalmente nas áreas
não cobertas por roupas e desaparece após 1 a 2 horas, se o paciente se retirar
para a sombra. As mulheres adultas são as mais frequentemente vulneráveis.
Este tipo de alergia é ocorre durante vários anos e cria um verdadeiro
transtorno, porque força a vítima a permanecer constantemente na sombra
durante suas actividades diárias.
Ao contrário, a erupção cutânea
fotoalérgica aparece nas horas seguintes da exposição aos raios solares
bem intensos.
É caracterizada por inchaços vermelhos, bolhas, ou papúlas
acompanhadas por prurido intenso nas partes expostas do corpo como
pescoço, mãos e antebraços. E geralmente não aparece no rosto, excepto
em casos graves. Os sintomas persistem por vários dias e se repetem a
cada reexposição, mas melhoram com o bronzeamento. Essa fotodermatose
que perdura por anos, é mais frequentemente encontrado em mulheres com
idade entre 20 e 35 anos.
Quanto à erupção polimorfa à luz,
ela ocorre raramente e é causada por uma luz solar de baixa intensidade e
exposta por 30 minutos ou por algumas horas.
A pele apresenta vesículas,
manchas vermelhas e rosáceas em círculo ou não. Essas lesões de
aparência variada surgem no pescoço, rosto, membros ou atrás das
orelhas. Estas manifestações acompanhadas de forte prurido, se atenuam
na sombra, mas as exposições subsequentes tendem a piorar. Esta condição crónica afecta tanto as mulheres quanto os homens adultos.
A fotossensibilização ocorre pela
combinação da acção dos raios solares com a administração por via oral,
local, rectal, ou parenteral de produtos alimentares,
medicinais ou cosméticos. Ela manifesta-se pelo aparecimento de
erupções cutâneas vermelhas, papulosas ou vesiculosas e muito
pruriginosas em toda a superfíce da pele. A cor da pele pode tornar-se
azul ou marrom.
Diagnóstico
O médico obtém o
diagnóstico de alergia ao sol, num primeiro momento, através de um
questionário do quando surgiu a alergia e do histórico da doença. Ele
examina cuidadosamente a pele danificada para diferenciar a
fotodermatose de outras afecções.
O profissional de saúde reconhece
facilmente a erupção cutânea, mas alguns exames complementares podem ser
úteis. O especialista em fotodermatologia realiza o que é chamado de
fototeste, o qual é emitido alguns raios ultravioletas no ombro ou nas
costas. Um teste positivo mostra sinais de alergia
Complicações
A urticaria que se estende até a mucosa respiratória e a garganta podem sufocar o paciente rapidamente.
Tratamento alergia ao sol
O primeiro procedimento de tratamento é ir para a sombra. O médico também pode prescrever medicamentos, se necessário.
O principal tratamento para alergia
ao sol, em geral, é a prevenção, limitar a exposição ao sol, usar protector solar e suplementos dietéticos como o betacaroteno (encontrado
nas cenouras ou complementos alimentares) associados com Selênio, vitaminas E e C que fortalecem a autoprotecção da pele. Tomar cálcio ou ômega-3 também pode e será bem eficaz.
Se a alergia se manifestar sobre
toda a pele, o tratamento geralmente é baseado no uso de
anti-histamínicos e corticoides contra o prurido.
Parar de utilizar fotossensibilizantes facilita a cura da alergia.
Em caso de erupção cutânea
fotoalérgica pode-se prevenir a doença com suplementos alimentares,
disponíveis nas farmácias (pergunte ao farmacêutico ou ligue-me!). Em caso de falha
de tratamentos preventivos, o seu médico pode impedir
a erupção cutânea com o uso de antimaláricos durante oito dias antes de
tomar sol e, durante os oito primeiros dias de permanência ao sol.
Em alguns casos, o médico pode prevenir a alergia ao sol (erupção cutânea fotoalérgica) pela terapia PUVA.
Fitoterapia
Os tomates, as cenouras,
o damasco, melão e legumes contém uma grande quantidade de
carotenóides, enquanto que o kiwi, as frutas cítricas são ricos em
vitamina C e vitamina E.
Homeopatia
Você pode usar o
Muriaticum Acidum 7 CH para o tratamento em casa. Deve-se tomar três
vezes por dia, diminuindo a frequência quando a melhora for sentida. É
possível alternar com Apis 5 CH, Belladona 5 CH e Urtica urens 7 CH.
Dicas do Amigo Almeida para Alergia ao sol
Ora vamos lá para uma boa prevenção de alergia ao sol:
- Fazer uso de medicação, exige o conselho de um profissional de saúde;
- A fototerapia liderada por um dermatologista melhora a tolerância da pele à luz solar;
- Proteger a pele com roupas, chapéu, óculos de protecção, ou uma tenda ou mesmo guarda-sol é útil. A aplicação de creme protector adequado também é eficaz;
- Evite medicamentos fotoalérgicos;
- É aconselhável evitar
a exposição ao sol em determinados momentos do dia: entre meio-dia e 16
horas, porque o risco de sensibilização (alergia) é maior nesse
período;
Se você tiver fotodermatose, consulte imediatamente um médico se:
- Se: O interior da sua boca inchar, ou você sentir um formigameiro na garganta;
- Se: A erupção cutânea espalhar por todo o corpo;
- Se: Você sentir desconforto ou dificuldade para respirarBem Haja pela visita e contacte me se necessário ou estabeleça meu convite a alguém que necessite
sexta-feira, 6 de março de 2015
Espasticidade
O que é Espasticidade?
A
espasticidade é um distúrbio do controle muscular que é caracterizado por
músculos tensos ou rígidos e uma incapacidade de controlar os músculos. Além
disso, os reflexos podem persistir por muito tempo e podem ser muito fortes
(reflexos hiperativos). Por exemplo, uma criança com um reflexo de agarrar
hiperativo pode manter a sua mão em um punho apertado.
Causas
A
espasticidade é causada por um desequilíbrio de sinais a partir do sistema
nervoso central (cérebro e medula espinal) para os músculos. Algumas doenças ou
condições que podem causar isso são:
- Lesão cerebral
- Lesão medular
- AVC
- Paralisia cerebral
- Esclerose múltipla
- Esclerose lateral amiotrófica (ELA)
- Paraplegias espásticas hereditárias
- Adrenoleucodistrofia
- Fenilcetonúria
- Doença de Krabbe.
Sintomas de Espasticidade
Os sintomas
da espasticidade podem ser:
- Contração permanente do músculo e tendão devido à rigidez persistente e espasmos
- Rigidez muscular
- Rigidez articular
- Movimentos involuntários bruscos
- Reflexos alterados
- Postura incomum
- Posicionamento anormal de dedos, pulsos, braços ou ombros
- Espasmos musculares
- Cruzamento involuntário das pernas (isso é chamado de " tesoura”, porque as pernas cruzam como a ponta de uma tesoura)
- Dificuldade em controlar os músculos usados para falar
- Contração muscular que limita sua amplitude de movimento ou previne as articulações de estender por todo o caminho
- Dor nos músculos e articulações afetadas
- Dor nas costas
- Dificuldade em se mover
- Deformidades ósseas e articulares.
Diagnóstico e
Exames
Buscando ajuda
médica
Entre em
contato com o seu médico se:
- Você está enfrentando espasticidade pela primeira vez e não sabe a causa
- Se esta espasticidade está a ficar mais grave ou está a acontecer com maior frequência
- Se a espasticidade mudou consideravelmente
- Você está com alguma articulação alterada
- Você tem úlceras de pressão ou pele vermelha
- Seu nível de desconforto ou de dor está a aumentar
- Você está a encontrar dificuldades para realizar as tarefas cotidianas.
Na consulta médica
Especialistas
que podem diagnosticar uma espasticidade são:
- Clínico geral
- Ortopedista ou Osteopata
- Neurologista.
Estar
preparado para a consulta pode facilitar o diagnóstico e otimizar o tempo.
Dessa forma, você já chegará à consulta com algumas informações:
- Uma lista com todos os sintomas e há quanto tempo eles apareceram
- Historial médico, incluindo outras condições que o paciente tenha e os medicamentos ou suplementos que ele tome com regularidade
- Se possível, peça para uma pessoa a acompanhar.
O médico
provavelmente fará uma série de perguntas, tais como:
- Quanto tempo faz que percebeu o problema pela primeira vez?
- Durante quanto tempo durou?
- Com que frequência a espasticidade aparece?
- Quais os músculos afetados?
- O que é que você percebeu que piora o problema?
- O que você percebeu que melhora o problema?
- Quais são os outros sintomas que você notou?.
Diagnóstico de Espasticidade
Para
diagnosticar a espasticidade, o profissional de saúde irá observar seu
histórico médico. Ele irá notar quais medicamentos você tomou e se há um
histórico de doenças neurológicas ou musculares. Vários testes podem ajudar a
confirmar o diagnóstico. Estes testes avaliam o seu braço e os movimentos das
pernas, a atividade muscular, amplitude passiva e ativa de movimento e
capacidade de realizar atividades de autocuidado.
Tratamento e Cuidados
Os
medicamentos utilizados no tratamento da espasticidade são:
- Toxina botulínica, injetada diretamente no músculo espástico
- Baclofen (relaxante muscular)
- Diazepam (sedativo)
- Fenol (bloqueador de nervos)
- Tizanidina (calmas espasmos e relaxa os músculos tensos).
Alguns
desses medicamentos podem causar efeitos colaterais desagradáveis , tais como
fadiga, confusão e náuseas. Não pare de tomar a sua medicação por conta
própria, caso você sinta os efeitos colaterais.
Exercícios
de alongamento para auxiliar no tratamento da espasticidade podem ser
orientados por um médico ou fisioterapeuta, osteopata ou kinesologista. A
cirurgia pode ser recomendada para a liberação do tendão ou a cortar o trajeto
do nervo quando medicamentos e fisioterapia não melhorarem os sintomas.
- Evitar temperaturas extremamente quentes ou frias
- Usar roupas folgadas e evitar roupas restritivas
- Evitar a fadiga
- Dormir bem
- Caso fique na cadeira de rodas ou na cama por um período de tempo longo, certifique-se de mudar de posição muitas vezes ao dia.
A dor
associada a espasticidade pode ser uma espécie de sensação de músculos
apertados ou grave a ponto de produzir espasmos muito dolorosos.
Expectativas
A
perspectiva da espasticidade varia de cada pessoa e da doença associada a ela.
Prevenção
Não há como
prevenir a espasticidade.
Agende desde já a sua visita: SÓ POR MARCAÇÃO:
Telef: 966583121 / 919136171
quinta-feira, 5 de março de 2015
Síndrome da Pessoa Rígida
Rígidez Muscular
O síndrome da pessoa rígida,
também denominada síndrome de Moersch-Woltmann, ou ainda síndrome do
homem rígido, é definida como uma condição caracterizada por espasmos
persistentes, abrangendo vários músculos diferentes, especialmente os dos
membros inferiores e do tronco.
Esta
condição costuma surgir entre os 40 aos 60 anos de idade apresentando-se,
inicialmente, como espasmos intermitentes que evoluem, tornando-se contínuos.
Acredita-se
que este distúrbio resulte da presença de anticorpos circulantes contra a
enzima descarboxilase do ácido glutâmico (DAG), uma enzima que limita a
velocidade de síntese do neurotransmissor inibitório gama-amino-butírico
(GABA).
As
manifestações clínicas desta síndrome surgem de forma insidiosa nos músculos
axiais, com os pacientes sustentando uma postura extremamente ereta, com
rigidez muscular e dor nas costas. Problemas de sono são comuns, pois os
espasmos acabam por acordar o paciente. Nos estágios finais da desordem, há o
acometimento dos músculos do membro inferior e o paciente tende a mover-se mais
vagarosamente, apresentando espasmos vigorosos. Os espasmos podem afectar a face
e a laringe, dificultando a deglutição e a fala. Acentuação da lordose também pode ser encontrada nesses
pacientes, bem como depressão. No fim desta doença, o paciente apresenta grande
dificuldade para realizar suas actividades diárias, além de apresentar
frequentes fraturas ósseas e lesões musculares.
Foi observado que o estresse emocional pode
levar a espasmos. Além deste último, estímulos
ambientais, como movimentos voluntários ou passivos e estimulação auditiva
podem também desencadear espasmos.
O tratamento
é paliativo, envolvendo o uso de relaxantes musculares (como as
benzodiazepinas) que potencializam a ação do GABA. Ao passo que a desordem
evolui, esse tratamento perde a eficácia.
Alguns
profissionais da área recomendam a realização de tratamentos imunossupressores,
plasmaferese, ou ainda, administração
intravenosa de imunoglobulina. Uso do anticorpo monoclonal rituximab evidenciou
remissão duradoura. Em outro caso, foi observado melhora com o uso de propofol.
Outra importante forma de tratamento é a fisioterapia, que pode auxiliar
consideravelmente na minimização dos espasmos musculares.
Fontes:
http://en.wikipedia.org/wiki/Stiff_person_syndrome
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0004-282X2010000400036
http://en.wikipedia.org/wiki/Stiff_person_syndrome
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0004-282X2010000400036
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jamais, serem utilizadas em substituição a um diagnóstico médico por um
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domingo, 31 de agosto de 2014
Como é que posso limpar os intestinos naturalmente?
O intestino, (vou chamar-lhe assim para não vos aborrecer com questões de anatomia funcional) também conhecido como cólon, acumula
muitos dejectos ou restos que prejudicam o funcionamento geral do corpo, causando
inúmeros problemas se não for limpo, aconselhando-se uma drenagem. Além disso, é preciso conhecer as causas desse acumular de toxinas para que isso não volte a ocorrer e evitá-lo tanto quanto possível.
O que deve saber sobre a limpeza do seu intestino?
Se a ideia for limpar o cólon ou intestino devido à prisão de ventre ocasional ou leve, basta acrescentar fibras ou ervas para normalizar o trânsito. Mas, isso dificilmente removerá todo o antigo acumulo ( lixo, falemos assim ) pregado nas paredes intestinais. Quem não evacua por três dias seguidos acumula detritos de 15 refeições diferentes.Limpar o intestino é algo mais do que benéfico para o corpo, já que elimina tudo o que era inútil e o obstruiu, desde parasitas a um produto ingerido há muito tempo. Uma boa lavagem do cólon e uma dieta adequada poderão limpar o intestino, além de fornecer uma sensação de serenidade interna, melhor sono, respiração e odor corporal, eliminar caroços, furunculos ou erupções, e também ter outros efeitos tónicos, tais como estímulo das glândulas abdominais ou hepáticas, especialmente do pâncreas.
A limpeza intestinal ajuda a melhorar a absorção e assimilação dos alimentos.
Os laxantes não são tão bons assim, já que seus ingredientes activos são mais tóxicos e irritantes do que o próprio alimento.
Os métodos naturais mais adequados e confiáveis são lavagens, argilas, ervas ou sais, que são escolhidos após ter certo conhecimento sobre o tema ou consultado um Naturopata ou outro credenciado.
Não podemos tornar-nos ou ficar “dependentes” destes métodos e nem usá-los com muita frequência, já que poderemos ter o efeito contrário. A regularidade deve ser consequência natural da reeducação alimentar. Isto significa que não podemos comer de tudo e, depois, faço um milagre uma vez por semana para limpar o intestino: não! não é assim que funciona.
Pode-se consumir alimentos com propriedades drenantes, para o cólon, sem ter de praticar as técnicas acima mencionadas.
Receitas vegetarianas para limpar o cólon
Com estas receitas será possível limpar de forma simples e eficiente os intestinos e o sistema digestivo.É preciso apenas mudar a dieta alternado o seu plano alimentar e começar a incluir mais frutas da época, verduras, legumes e sementes secas. O intestino ficará mais limpo e, portanto, também os rins e o fígado. A saúde melhorará significativamente e, em regra geral, todos os órgãos.
Uma das melhores receitas naturais de limpeza do cólon é o suco de duas laranjas, sete morangos e três pêssegos em pedaços é claro sem caroço, que fortalecerá também o sistema respiratório e reduzirá a depressão. Bater as frutas no centrifugador e consumir imediatamente, sem coar e em jejum.
Repetir diariamente por nove dias seguidos.
E... Após uma hora, é possível tomar o café da manhã. Recorra a um Osteopata capacitado para
semanalmente fazer uma Drenagem Visceral e Linfatica, certifique se que ele sabe do assunto.
Pode agendar comigo desde já a sua marcação nesta página.
Por outro lado, existem também ervas que servem para o propósito, tais como:
- Cascara sagrada (uva-ursina): utilizada há mais de mil anos, foi introduzida pelos aborígenes do Norte aos espanhóis no século XVI. Tem compostos chamados “antraquinonas” que ajudam nas contracções do cólon, imitando a evacuação. Também serve para eliminar os dejectos em pessoas com sistema digestivo sensível.
- Plantago psyllium: casca de semente nativa de Índia e Irá. As cascas são usadas na fitoterapia e medicina alternativa e contêm muitas fibras dietéticas solúveis. Devem ser deixadas de molho para formar uma massa gelatinosa ao seu redor, que funciona como vassoura a varrer tudo nas paredes intestinais. Em geral, promove a saúde do cólon.
- Althaea Officinalis (ou marshmallow ou malvaísco): esta erva tem sido utilizada desde a Grécia antiga, de onde deriva o nome, já que “altho” significa “cura”. Contém grandes moléculas de açúcar (mucilagem) que têm um efeito calmante sobre as membranas mucosas das paredes do cólon.
- Cinnamomum Cassia: também conhecida como canela chinesa, é a primeira espécie que entrou na Europa com Alexandre o Grande. Antes, ela foi levada para o Egipto e Israel. É cultivada por seu azeite, seus brotos e casca no Sudeste da China e tem um grande efeito sobre o sistema digestivo, promovendo a saúde dos tecidos e membranas saudáveis em várias partes do estômago e do cólon.
Meus Conselhos para Limpar o Intestino Permanentemente
- Consumir 8 a 10 peças de frutas por semana, escolha sempre as que tenham mais fibras, como as frutas vermelhas.
- Optar por carbohidratos de grãos integrais 2-3 vezes por semana.
- Preferir alimentos que limpam o cólon, a saber, todos os ricos em proteínas e fibras.
- Evitar os doces e as gorduras.
- Polvilhar sementes de linhaça e sésamo sobre os alimentos.
- Realizar diariamente actividades físicas ( pelo menos 30 minutos de caminhada, é pouco!) e beber muita água (2 litros é o mínimo recomendado).
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