Olá «Quem é vivo sempre aparece.» É com alguma relutância dr. João que acedo a responder ao tema proposto pelas razões óbvias, no entanto, o texto que se segue pode servir p/ esclarecer as pessoas menos atentas p/ este problema. Comecemos pelo básico: O aparelho excretor é composto pelos pulmões e vias respiratórias, pela pele e pelos rins, bexiga e vias urinárias. Os rins encarregam-se de purificar o sangue filtrando os produtos que não são úteis ao organismo. Desta operação surge a urina que sai dos rins pelos ureteres em direcção à bexiga que a armazena e a expulsa através da uretra. A este acto é dado o nome de micção. No aparelho urinário não existem micróbios. O mesmo não poderemos afirmar dos aparelhos em comunicação c/ o exterior. Normalmente as bactérias de origem intestinal/rectal conseguem fazer a migração através da uretra p/ a bexiga porque estas (bactérias) se encontram ao nível da vulva e da vagina. Como? Pelas relações sexuais ou pela falta de higiene correcta após a defecção ou micção. Neste último caso a higiene deverá ser sempre feita da frente para trás de forma a evitar que as bactérias sejam deslocadas do ânus p/ a vagina e uretra - meato urinário. A este tipo de infecção dá-se o nome de sistite. As mulheres são mais propensas a este tipo de infecções devido à sua morfologia ou seja a sua via urinária desde a bexiga até à uretra é curta facilitando a subida das bactérias. Não nos podemos esquecer das infecções que surgem em virtude do deficiente funcionamento das válvulas que unem os ureteres à bexiga deixando que hajam refluxos de urina para os rins e daí resultar uma infecção superior ou seja infecção renal. Também as mulheres que usam diafragma estão + propensas a este tipo de infecções em virtude deste aparelho p vz não permitir o esvaziamento total da bexiga e p consequência o aumento da produção de bactérias pela urina retida. As mulheres grávidas também podem eventualmente sofrer deste tipo de infecções devido ao peso do feto no fundo do ventre. Outro grupo de risco são as mulheres que passam pela fase da menopausa. Neste grupo estas infecções explicam-se devido à baixa de estrogénios, diminuição da espessura, da irrigação e desenvolvimento da mucosa vulvar, vaginal e ureteral que são as barreiras naturais para a invasão das bactérias. Há ainda o caso das pessoas q ciclicamente têm estas infecções p desleixo ou deficiente tratamento aquando da 1ªinfecção.
Olá Para quando o ressurgimento deste seu blog que com uma estratégia/divulgação certa serviria para divulgar as suas técnicas ao nível das medicinas alternativas. Pense nisso... A quinta do face book toma-lhe demasiado tempo. Envie convites para o seu blog...não acha?
3 comentários:
Olá
«Quem é vivo sempre aparece.»
É com alguma relutância dr. João que acedo a responder ao tema proposto pelas razões óbvias, no entanto, o texto que se segue pode servir p/ esclarecer as pessoas menos atentas p/ este problema.
Comecemos pelo básico:
O aparelho excretor é composto pelos pulmões e vias respiratórias, pela pele e pelos rins, bexiga e vias urinárias.
Os rins encarregam-se de purificar o sangue filtrando os produtos que não são úteis ao organismo. Desta operação surge a urina que sai dos rins pelos ureteres em direcção à bexiga que a armazena e a expulsa através da uretra. A este acto é dado o nome de micção. No aparelho urinário não existem micróbios. O mesmo não poderemos afirmar dos aparelhos em comunicação c/ o exterior. Normalmente as bactérias de origem intestinal/rectal conseguem fazer a migração através da uretra p/ a bexiga porque estas (bactérias) se encontram ao nível da vulva e da vagina. Como? Pelas relações sexuais ou pela falta de higiene correcta após a defecção ou micção. Neste último caso a higiene deverá ser sempre feita da frente para trás de forma a evitar que as bactérias sejam deslocadas do ânus p/ a vagina e uretra - meato urinário.
A este tipo de infecção dá-se o nome de sistite. As mulheres são mais propensas a este tipo de infecções devido à sua morfologia ou seja a sua via urinária desde a bexiga até à uretra é curta facilitando a subida das bactérias.
Não nos podemos esquecer das infecções que surgem em virtude do deficiente funcionamento das válvulas que unem os ureteres à bexiga deixando que hajam refluxos de urina para os rins e daí resultar uma infecção superior ou seja infecção renal.
Também as mulheres que usam diafragma estão + propensas a este tipo de infecções em virtude deste aparelho p
vz não permitir o esvaziamento total da bexiga e p consequência o aumento da produção de bactérias pela urina retida.
As mulheres grávidas também podem eventualmente sofrer deste tipo de infecções devido ao peso do feto no fundo do ventre.
Outro grupo de risco são as mulheres que passam pela fase da menopausa. Neste grupo estas infecções explicam-se devido à baixa de estrogénios, diminuição da espessura, da irrigação e desenvolvimento da mucosa vulvar, vaginal e ureteral que são as barreiras naturais para a invasão das bactérias.
Há ainda o caso das pessoas q ciclicamente têm estas infecções p desleixo ou deficiente tratamento aquando da 1ªinfecção.
Olá
Para quando o ressurgimento deste seu blog que com uma estratégia/divulgação certa serviria para divulgar as suas técnicas ao nível das medicinas alternativas. Pense nisso...
A quinta do face book toma-lhe demasiado tempo. Envie convites para o seu blog...não acha?
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