terça-feira, 11 de dezembro de 2007

ÊRRO FATAL

É claro que estão ansiosos pela minha futura página, mas como estou ainda em fase de "debutant" e tenho uma tese a defender, vai demorar um pouco mais esse trabalho, está em curso, peço perdão a todos aqueles que já mandaram comentários e outros ... e sem querer e saber apaguei quase tudo o que andava nesta folha. Agora está compreendido e prometo não voltar a repetir o êrro.
Vou só deixar vos e a alguém em especial que me fêz reviver e recomeçar uma vida nova, uma só frase:
PARA ESCREVER SEJA QUAL FÔR O LIVRO, É PRECISO ESCREVER LETRA A LETRA

6 comentários:

Unknown disse...

Olá
Errar é humano, ser pestinha e despistado é essencialmente outra coisa bem diferente.
Mi angelito o tempo não é elástico e como tal é precioso para que possamos interagir diariamente com todas as situações que se apresentam.
Divago...
Beijo doce
Maria

Unknown disse...

Nem a todos é permitido insultar, sabendo que só reverte em efeito boomerang ao expeditor ou remetente e se a semantica ainda é respeitada nestes aureos tempos em que se fazem jogos de futebol nas bancadas e se treinam jogadores nos bastidores da imprensa, mas lá dizem os chinofonos, a cada um o seu paladar

Unknown disse...

Olá
Não creio ter insultado táo ilustre persona, apenas comentei o erro que refere no seu artigo intitulado "Erro Fatal". Quanto ao pestinha e despistado é na realidade relativo à persona bem escondida dentro de si próprio que quer abraçar e talvez açambarcar muitas coisas ao mesmo tempo, nomeadamente no que se refere a trabalho, e ao trabalho, e à mãe, e pela mãe.....
Gosto muito do ser humano, amo cada pessoa que conheço, umas mais outras menos, mas amo-as como são com as virtudes e defeitos. Isto não quer dizer que acredite nelas ou na filosofia que têm.
A segunda resposta foi e muito bem escrita por si João e não por mim. Será que não tinha motivos para além deste para lhe chamar despistado?!!!
Admiro-me muito que considere insulto aquilo que escrevi tão carinhosamente... Estav-lhe a tentar dizer que em vez de trabalharmos em hipnoterapia estavamos a brincar num blog que não é actualizado hã jã 2 anos. Enfim brincávamos.
Para si e para a sua musa inspiradora que o fez reviver desejo uma longa e feliz vida

Maria

Unknown disse...

Olá
Fui escrevendo da última mensagem para a primeira. Uma maneira diferente de se fazerem as coisas ou talvez pela importância que elas nos merecem.
Pouco ou nada há já a dizer, deixo-lhe um pensamento para meditar:
Ame profundamente e apaixonadamente
Pode-se magoar mas é a única maneira de viver a vida na sua totalidade.
Se não estiver de acordo, seja ao menos leal, fale lentamente, mas pense com rapidez...
Lembre-se que um grande amor, assim como um grande sucesso, comporta um grande risco.
Lembre-se que o melhor relacionamento é aquele em que o Amor entre duas pessoas é maior do que a necessidade que elas têm uma pela outra.
Case-se com alguém que goste de conversar.
Quando envelhecer, a habilidade no conversar será mais importante de qualquer outra coisa. Mais tarde, quando lembrar do passado, vai saber como gozar a vida pela segunda vez.
Cada dia que vivemos é uma ocasião especial.
Viva cada dia como se fosse o último.

metanatura disse...

Minha kerida Amelia. Como me senti feliz ao ler as suas repostas, confesso que o errrrro é sempre uma forma curiosa e porventura estranha de interpretar o outros fazem ou dizem.Pelo k respeita o casamento tenho outros projectos em vista, mas kem sabe, no entanto sempre me acomodei a esta forma despistada de existir, da qual tenho retirado certas vantagens, no que entendo ser um equilibrio fisio e mental, resta me o final k trata do facto de gozar a vida pela segunda vez, confirmo k me encontro em uma quinta fase de vivênccia, a próxima será ainda mais desleixa, mas assim sendo convodo a a que o façamos juntos daki a cem anos,para akeles k chumbarem o ano dos cinquenta. Adoro vos

Unknown disse...

Não pude deixar de sorrir com a sua resposta tardia e fugidia. Quanto ao convite, sinto muito mas sou obrigada a declinar. Apesar de não parecer,tenho já uma vivência de dois séculos e meio e como passei dos cinquenta que refere tão bem era provavelmente uma das poucas pessoas com capacidade transcendental para permanecer aqui mais cem ou mais anos. Ainda não decidi se o farei e com quem. Pelos visto consigo não é.
Porte-se bem mal, estude muito e divirta-se ainda mais.
Não compreendi o «adoro-vos». Provavelmente ficará para outra ocasião ou para outra vida.
Maria